Pessoal
Para a próxima aula, peço que escolham um dentre os quatro textos propostos. Leiam e façam uma ficha de leitura (trabalho individual 2) para entrega. A ficha é algo bem simples. Identifiquem três questões de interesse e desenvolvam.
Um abraço e até dia 18/09
Diana
Este é o blog da disciplina Introdução aos Estudos da Educação (enfoque histórico), oferecida na Faculdade de Educação (USP), nas segundas-feiras, por Diana Gonçalves Vidal. Para entrar em contato comigo, por favor usem o email institucional: dvidal@usp.br.
domingo, 13 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Ficha de leitura
Pessoal
As orientações para a elaboração das fichas de leitura para entrega como trabalho individual são as seguintes:
a) escolha três questões, temas ou idéias interessantes do texto de referência; e
b) discorra sobre os motivos que o levaram à escolha, explorando a problemática. Pode-se recorrer a relações com o presente.
Um abraço e bom trabalho!
Diana
As orientações para a elaboração das fichas de leitura para entrega como trabalho individual são as seguintes:
a) escolha três questões, temas ou idéias interessantes do texto de referência; e
b) discorra sobre os motivos que o levaram à escolha, explorando a problemática. Pode-se recorrer a relações com o presente.
Um abraço e bom trabalho!
Diana
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Bem-vindos!
Pessoal
Bem-vindos ao blog da disciplina Introdução aos Estudos de Educação: enfoque histórico, da turma 262!
Utilizaremos este canal de comunicação para divulgar informações importantes à formação e ao funcionamento do curso. Para entrar em contato comigo, sugiro que usem o meu email pessoal: dvidal@usp.br.
Aproveito para informar que nossa pasta no xerox é a de número 129 e que consegui reservar o Auditório da FEUSP para todas as nossas sessões de discussão de filme, previstas no Programa da Disciplina. Portanto, convido a todos a irem para o Auditório da FEUSP, em nossa próxima aula do dia 4 de setembro.
Um abraço e até lá,
Diana
Bem-vindos ao blog da disciplina Introdução aos Estudos de Educação: enfoque histórico, da turma 262!
Utilizaremos este canal de comunicação para divulgar informações importantes à formação e ao funcionamento do curso. Para entrar em contato comigo, sugiro que usem o meu email pessoal: dvidal@usp.br.
Aproveito para informar que nossa pasta no xerox é a de número 129 e que consegui reservar o Auditório da FEUSP para todas as nossas sessões de discussão de filme, previstas no Programa da Disciplina. Portanto, convido a todos a irem para o Auditório da FEUSP, em nossa próxima aula do dia 4 de setembro.
Um abraço e até lá,
Diana
Programa da Disciplina - 2o. semestre/2009
Agosto:
Dia 21 (Aula - 1) – Apresentação dos alunos. Definição da proposta e programação do curso. Formas de avaliação. Presença da Pós-doutoranda Elizabeth Figueiredo Sá.
Elaboração de autobiografias escritas individualmente e posteriormente socializadas em grupo e em plenária. O objetivo será o conhecimento de suas trajetórias e interesses.
Levantamento de temas e questões de deverão ser trabalhadas durante o semestre.
Bibliografia Geral do curso: HILSDORF, M.L. História da Educação Brasileira: leituras. São Paulo: Thomson, 2003 (http://books.google.com.br/books?id=annbqSHv3iMC).
Dia 28 (Aula 2) – Apresentação do programa do curso. Discussão sobre o tema “Cultura escolar”.
Leitura sugerida: VIDAL, Diana. No interior da sala de aula: ensaio sobre cultura e prática escolares. Currículo sem fronteiras, volume 9, número 1, jan.jun., 2009 (http://www.curriculosemfronteiras.org/vol9iss1articles/2-vidal.htm).
Setembro:
Dia 04 (Aula - 3) – Unidade I: Organização Social da Escola Secundária. (Temas: A atuação dos pais na educação dos filhos; Público X Privado; Relação pais x alunos x escola - enfoque histórico; Valorização excessiva do conteúdo em detrimento à construção do conhecimento).
Apresentação de filme e debate: “Entre os muros da escola”. Local: Auditório FEUSP.
Leitura sugerida: THIN, Daniel. Para uma análise das relações entre famílias populares e escola: confrontação entre lógicas socializadoras. Revista Brasileira Educação, ago 2006, vol.11, no.32, p.211-225. (http://www.scielo.br/)
Dia 11 (Aula - 4) – Unidade I: Organização Social da Escola Secundária. Aula: Organização Social da Escola Secundária: perspectiva histórica (trabalho individual 1).
Indicação de leitura básica: NUNES, Clarice. “O ‘velho’ e ‘bom’ ensino secundário: momentos decisivos”. Revista Brasileira de Educação, nr. 14, p. 35-60, maio/ago. 2000 (http://www.anped.org.br/)
Dia 18 (Aula - 5) – Organização do Sistema Educacional: temas atuais.
Bibliografia da aula:
Arelaro, Lisete R.G. Formulação e implementação das políticas públicas em educação e as parcerias público-privadas: impasse democrático ou mistificação política? Educação e Sociedade, out 2007, vol.28, no.100, p.899-919. (http://www.scielo.br/)
MAINARDES, Jefferson. A pesquisa sobre a organização da escolaridade em ciclos no Brasil (2000-2006): mapeamento e problematizações. Revista Brasileira de Educação, 2009, vol.14, n.40, pp. 7-23 (http://www.scielo.br/).
OLIVEIRA, Romualdo Portela e ARAUJO, Gilda Cardoso de. Qualidade do ensino: uma nova dimensão da luta pelo direito à educação. Revista Brasileira de Educação, nr. 28, jan. abr. 2005, p. 5-23. (http://www.scielo.br/)
PERRENOUD, Philippe. Sucesso na escola: só o currículo, nada mais que o currículo!. Cadernos de Pesquisa, 2003, n.119, pp. 09-27.
Atividade - Discussão dos textos
1) Idéias interessantes retiradas dos textos (trabalho individual 2);
2) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (trabalho coletivo 1)
3) Apresentação dos resultados dos grupos – palavra aberta e debate.
Dia 25 – Sem aulas – Semana de Educação - UEL
Outubro:
Dia 02 (Aula – 6) – Elaboração de propostas de ação. Orientação coletiva.
4) Trabalho em grupo (trabalho coletivo 2)
5) Apresentação da discussão em grupo – palavra aberta e debate
Dia 09 (Aula 7) – Unidade II – Relação entre ensino médio e superior. (Temas: Vestibular como limitador da vida; Transição do ensino médio para o superior; Contribuição do ensino médio para o superior; Contribuição da escola na escolha da carreira; Relação entre aluno – bullying).
Apresentação de filme e debate: “Pro Dia Nascer Feliz”. Presença da Pós-doutoranda Elizabeth Figueiredo Sá. Local: Auditório FEUSP.
Leitura sugerida: COSTA, Marcio & KOSLINSKI, Mariane. Entre o mérito e a sorte: escola, presente e futuro na visão de estudantes do ensino fundamental do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Educação, jan./abr. 2006, vol.11, no.31, p.133-154. (http://www.scielo.br/)
Dia 16 (Aula 8) – Relação entre ensino médio e superior. Perspectiva histórica (trabalho individual 3). Indicação de leitura básica: MENDONÇA, Ana Waleska P.C. A universidade no Brasil. Revista Brasileira de Educação, nr. 14, p. 131-150, maio/ago. 2000. (http://www.anped.org.br/).
Dia 23 (Aula 9) - Relação entre ensino médio e superior. Temas atuais.
Bibliografia da aula:
Goodson, Ivor. Currículo, narrativa e o futuro social. Revista Brasileira de Educação., ago 2007, vol.12, no.35, p.241-252. (http://www.scielo.br/).
Leão, Geraldo Magela Pereira. Experiências da desigualdade: os sentidos da escolarização elaborados por jovens pobres. Educação e Pesquisa, abr 2006, vol.32, no.1, p.31-48. (http://www.scielo.br/)
LELIS, Isabel. O significado da experiência escolar para segmentos das camadas médias. Cadernos de Pesquisa, 2005, vol.35, n.125, pp. 137-160. (http://www.scielo.br/)
MARRIEL, Lucimar Câmara, ASSIS, Simone G., AVANCI, Joviana Q. et al. Violência escolar e auto-estima de adolescentes. Cadernos de Pesquisa, jan./abr. 2006, vol.36, no.127, p.35-50
Atividade - Discussão dos textos
1) Idéias interessantes retiradas dos textos (trabalho individual 4);
2) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (trabalho coletivo 3)
3) Apresentação dos resultados dos grupos – palavra aberta e debate.
Dia 30 (Aula 10) – Elaboração de propostas de ação. Orientação coletiva.
6) Trabalho em grupo (trabalho coletivo 4)
7) Apresentação da discussão em grupo – palavra aberta e debate
Novembro:
Dia 06 (Aula 11) – Unidade III – Professores como sujeitos da educação (Temas: Avaliação do trabalho docente; Má formação do professor; Professores como modelo (bom ou ruim); Desvalorização da profissão docente; Motivação do professor e do aluno; Metodologia de ensino - competência dos professores). Perspectiva histórica (trabalho individual 5)
Indicação de leitura básica: NOVOA, Antonio. Para um estudo sócio-histórico da gênese e desenvolvimento da profissão docente. Teoria & Educação, 4, 1991, p. 109-142.
Dia 13 (Aula 12) – SIICUSP - Escolher atividade e apresentar relatório (trabalho individual 6).
Dia 20 (Aula 13) – Apresentação e debate do Vídeo: Educadores brasileiros: Anísio Teixeira, Lourenço Filho e Fernando de Azevedo. Local: Auditório FEUSP.
Leitura sugerida: VIDAL, Diana Gonçalves. Modernismos, modernidades e educação: o lugar dos intelectuais no Brasil dos anos 1930. In: Tarcísio Mauro Vago; Marcilaine Soares Inácio; Juliana Cesário Hamdan; Hercules Pimenta dos Santos. (Org.). Intelectuais e Escola Pública no Brasil - Séculos XIX e XX. 1 ed. Belo Horizonte - MG: Mazza Edições Ltda., 2009, p. 121-145.
Dia 27 (Aula 14) - Unidade III – Professores como sujeitos da educação. Temas Atuais.
Bibliografia da aula:
ESTEVE, José M. Fatores de mudança: doze elementos de transformação no sistema escolar. In: NÓVOA, Antônio (Org.) Profissão Professor. Porto: Porto Editora, 1995, 93-129.
LAPO, Flavinês Rebolo e BUENO, Belmira Oliveira. Professores, desencanto com a profissão e abandono do magistério. Cadernos de Pesquisa, mar. 2003, no.118, p.65-88. (http://www.scielo.br/)
MONTEIRO, ANA MARIA FERREIRA DA COSTA. Professores: entre saberes e práticas. Educação e Sociedade. 2001, v. 22, n. 74, pp. 121-142. (http://www.scielo.br/).
SOUZA FILHO, Edson A. de. Auto-avaliação psicossocial de professores. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, 2005, vol.13, n.49, pp. 497-514.
Atividade - Discussão dos textos
4) Idéias interessantes retiradas dos textos (trabalho individual 7);
5) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (trabalho coletivo 5)
6) Apresentação dos resultados dos grupos – palavra aberta e debate.
Dezembro:
Dia 04 (Aula 15) - Apresentação da Proposta de Ação – Seminários
Sistemática de Avaliação dos alunos: Cada trabalho individual vale 0,5 (7 X 0,5 = 3,5), cada participação em trabalho em grupo vale 0,3 (5 x 0,3 = 1,5) e o trabalho final em grupo vale até 5,0. Somados totalizam 10,0.
Dia 21 (Aula - 1) – Apresentação dos alunos. Definição da proposta e programação do curso. Formas de avaliação. Presença da Pós-doutoranda Elizabeth Figueiredo Sá.
Elaboração de autobiografias escritas individualmente e posteriormente socializadas em grupo e em plenária. O objetivo será o conhecimento de suas trajetórias e interesses.
Levantamento de temas e questões de deverão ser trabalhadas durante o semestre.
Bibliografia Geral do curso: HILSDORF, M.L. História da Educação Brasileira: leituras. São Paulo: Thomson, 2003 (http://books.google.com.br/books?id=annbqSHv3iMC).
Dia 28 (Aula 2) – Apresentação do programa do curso. Discussão sobre o tema “Cultura escolar”.
Leitura sugerida: VIDAL, Diana. No interior da sala de aula: ensaio sobre cultura e prática escolares. Currículo sem fronteiras, volume 9, número 1, jan.jun., 2009 (http://www.curriculosemfronteiras.org/vol9iss1articles/2-vidal.htm).
Setembro:
Dia 04 (Aula - 3) – Unidade I: Organização Social da Escola Secundária. (Temas: A atuação dos pais na educação dos filhos; Público X Privado; Relação pais x alunos x escola - enfoque histórico; Valorização excessiva do conteúdo em detrimento à construção do conhecimento).
Apresentação de filme e debate: “Entre os muros da escola”. Local: Auditório FEUSP.
Leitura sugerida: THIN, Daniel. Para uma análise das relações entre famílias populares e escola: confrontação entre lógicas socializadoras. Revista Brasileira Educação, ago 2006, vol.11, no.32, p.211-225. (http://www.scielo.br/)
Dia 11 (Aula - 4) – Unidade I: Organização Social da Escola Secundária. Aula: Organização Social da Escola Secundária: perspectiva histórica (trabalho individual 1).
Indicação de leitura básica: NUNES, Clarice. “O ‘velho’ e ‘bom’ ensino secundário: momentos decisivos”. Revista Brasileira de Educação, nr. 14, p. 35-60, maio/ago. 2000 (http://www.anped.org.br/)
Dia 18 (Aula - 5) – Organização do Sistema Educacional: temas atuais.
Bibliografia da aula:
Arelaro, Lisete R.G. Formulação e implementação das políticas públicas em educação e as parcerias público-privadas: impasse democrático ou mistificação política? Educação e Sociedade, out 2007, vol.28, no.100, p.899-919. (http://www.scielo.br/)
MAINARDES, Jefferson. A pesquisa sobre a organização da escolaridade em ciclos no Brasil (2000-2006): mapeamento e problematizações. Revista Brasileira de Educação, 2009, vol.14, n.40, pp. 7-23 (http://www.scielo.br/).
OLIVEIRA, Romualdo Portela e ARAUJO, Gilda Cardoso de. Qualidade do ensino: uma nova dimensão da luta pelo direito à educação. Revista Brasileira de Educação, nr. 28, jan. abr. 2005, p. 5-23. (http://www.scielo.br/)
PERRENOUD, Philippe. Sucesso na escola: só o currículo, nada mais que o currículo!. Cadernos de Pesquisa, 2003, n.119, pp. 09-27.
Atividade - Discussão dos textos
1) Idéias interessantes retiradas dos textos (trabalho individual 2);
2) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (trabalho coletivo 1)
3) Apresentação dos resultados dos grupos – palavra aberta e debate.
Dia 25 – Sem aulas – Semana de Educação - UEL
Outubro:
Dia 02 (Aula – 6) – Elaboração de propostas de ação. Orientação coletiva.
4) Trabalho em grupo (trabalho coletivo 2)
5) Apresentação da discussão em grupo – palavra aberta e debate
Dia 09 (Aula 7) – Unidade II – Relação entre ensino médio e superior. (Temas: Vestibular como limitador da vida; Transição do ensino médio para o superior; Contribuição do ensino médio para o superior; Contribuição da escola na escolha da carreira; Relação entre aluno – bullying).
Apresentação de filme e debate: “Pro Dia Nascer Feliz”. Presença da Pós-doutoranda Elizabeth Figueiredo Sá. Local: Auditório FEUSP.
Leitura sugerida: COSTA, Marcio & KOSLINSKI, Mariane. Entre o mérito e a sorte: escola, presente e futuro na visão de estudantes do ensino fundamental do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Educação, jan./abr. 2006, vol.11, no.31, p.133-154. (http://www.scielo.br/)
Dia 16 (Aula 8) – Relação entre ensino médio e superior. Perspectiva histórica (trabalho individual 3). Indicação de leitura básica: MENDONÇA, Ana Waleska P.C. A universidade no Brasil. Revista Brasileira de Educação, nr. 14, p. 131-150, maio/ago. 2000. (http://www.anped.org.br/).
Dia 23 (Aula 9) - Relação entre ensino médio e superior. Temas atuais.
Bibliografia da aula:
Goodson, Ivor. Currículo, narrativa e o futuro social. Revista Brasileira de Educação., ago 2007, vol.12, no.35, p.241-252. (http://www.scielo.br/).
Leão, Geraldo Magela Pereira. Experiências da desigualdade: os sentidos da escolarização elaborados por jovens pobres. Educação e Pesquisa, abr 2006, vol.32, no.1, p.31-48. (http://www.scielo.br/)
LELIS, Isabel. O significado da experiência escolar para segmentos das camadas médias. Cadernos de Pesquisa, 2005, vol.35, n.125, pp. 137-160. (http://www.scielo.br/)
MARRIEL, Lucimar Câmara, ASSIS, Simone G., AVANCI, Joviana Q. et al. Violência escolar e auto-estima de adolescentes. Cadernos de Pesquisa, jan./abr. 2006, vol.36, no.127, p.35-50
Atividade - Discussão dos textos
1) Idéias interessantes retiradas dos textos (trabalho individual 4);
2) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (trabalho coletivo 3)
3) Apresentação dos resultados dos grupos – palavra aberta e debate.
Dia 30 (Aula 10) – Elaboração de propostas de ação. Orientação coletiva.
6) Trabalho em grupo (trabalho coletivo 4)
7) Apresentação da discussão em grupo – palavra aberta e debate
Novembro:
Dia 06 (Aula 11) – Unidade III – Professores como sujeitos da educação (Temas: Avaliação do trabalho docente; Má formação do professor; Professores como modelo (bom ou ruim); Desvalorização da profissão docente; Motivação do professor e do aluno; Metodologia de ensino - competência dos professores). Perspectiva histórica (trabalho individual 5)
Indicação de leitura básica: NOVOA, Antonio. Para um estudo sócio-histórico da gênese e desenvolvimento da profissão docente. Teoria & Educação, 4, 1991, p. 109-142.
Dia 13 (Aula 12) – SIICUSP - Escolher atividade e apresentar relatório (trabalho individual 6).
Dia 20 (Aula 13) – Apresentação e debate do Vídeo: Educadores brasileiros: Anísio Teixeira, Lourenço Filho e Fernando de Azevedo. Local: Auditório FEUSP.
Leitura sugerida: VIDAL, Diana Gonçalves. Modernismos, modernidades e educação: o lugar dos intelectuais no Brasil dos anos 1930. In: Tarcísio Mauro Vago; Marcilaine Soares Inácio; Juliana Cesário Hamdan; Hercules Pimenta dos Santos. (Org.). Intelectuais e Escola Pública no Brasil - Séculos XIX e XX. 1 ed. Belo Horizonte - MG: Mazza Edições Ltda., 2009, p. 121-145.
Dia 27 (Aula 14) - Unidade III – Professores como sujeitos da educação. Temas Atuais.
Bibliografia da aula:
ESTEVE, José M. Fatores de mudança: doze elementos de transformação no sistema escolar. In: NÓVOA, Antônio (Org.) Profissão Professor. Porto: Porto Editora, 1995, 93-129.
LAPO, Flavinês Rebolo e BUENO, Belmira Oliveira. Professores, desencanto com a profissão e abandono do magistério. Cadernos de Pesquisa, mar. 2003, no.118, p.65-88. (http://www.scielo.br/)
MONTEIRO, ANA MARIA FERREIRA DA COSTA. Professores: entre saberes e práticas. Educação e Sociedade. 2001, v. 22, n. 74, pp. 121-142. (http://www.scielo.br/).
SOUZA FILHO, Edson A. de. Auto-avaliação psicossocial de professores. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, 2005, vol.13, n.49, pp. 497-514.
Atividade - Discussão dos textos
4) Idéias interessantes retiradas dos textos (trabalho individual 7);
5) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (trabalho coletivo 5)
6) Apresentação dos resultados dos grupos – palavra aberta e debate.
Dezembro:
Dia 04 (Aula 15) - Apresentação da Proposta de Ação – Seminários
Sistemática de Avaliação dos alunos: Cada trabalho individual vale 0,5 (7 X 0,5 = 3,5), cada participação em trabalho em grupo vale 0,3 (5 x 0,3 = 1,5) e o trabalho final em grupo vale até 5,0. Somados totalizam 10,0.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
2a. Avaliação
Pessoal
Para aqueles ficaram em 2a. avaliação, peço que entreguem até o dia 20 de janeiro, na secretaria do EDF-FEUSP, um trabalho de 5 a 10 páginas, realizando uma síntese das discussões do curso, tomando apenas o eixo sujeitos escolares, mas estendendo-se sobre a bibliografia referente a alunos e professores.
Um abraço
Diana
Para aqueles ficaram em 2a. avaliação, peço que entreguem até o dia 20 de janeiro, na secretaria do EDF-FEUSP, um trabalho de 5 a 10 páginas, realizando uma síntese das discussões do curso, tomando apenas o eixo sujeitos escolares, mas estendendo-se sobre a bibliografia referente a alunos e professores.
Um abraço
Diana
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Notas e freqüência
Pessoal,
As notas e freqüências estão disponíveis no Júpiter. Aqueles que quiserem conversar comigo, por favor enviem um email para dvidal@usp.br (inclusive a Juliana...). Não passei ainda as notas de Ana Cláudia, Janaina, Luís e Suzy porque não localizei os trabalhos finais. Avisem aos colegas para entrarem em contato.
Mais uma vez, obrigada pela participação no curso deste semestre e Boas Férias!
Um abraço
Diana
As notas e freqüências estão disponíveis no Júpiter. Aqueles que quiserem conversar comigo, por favor enviem um email para dvidal@usp.br (inclusive a Juliana...). Não passei ainda as notas de Ana Cláudia, Janaina, Luís e Suzy porque não localizei os trabalhos finais. Avisem aos colegas para entrarem em contato.
Mais uma vez, obrigada pela participação no curso deste semestre e Boas Férias!
Um abraço
Diana
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Em defesa da educação nacional
Pessoal,
Vejam a resposta do FORPRED à entrevista da professora Eunice Durham que (pasmem) saiu publicada também no Jornal da SBPC. Foielaborada como subsídio para uma manifestação da ANPEd.
Achamos absolutamente necessário respondermos com indignação àmatéria veiculada no JC, da SBPC. Para contribuir com a resposta,consideramos que, inicialmente, deve ser ressaltado que a Profa EuniceDurham comete os mesmos erros que julga identificar em pedagogos,educadores de forma geral e pesquisadores de ciências humanas esociais: simplifica questões profundamente complexas, igualapolíticas altamente heterogêneas, utiliza argumentos ideológicos edesconsidera dados técnicos.
Justificamos essa afirmação com base em:
- ser falso considerar que os cursos de Pedagogia supervalorizam ateoria. A ampla maioria das investigações, expressas, por exemplo, emdissertações e teses na área de Educação demonstram o quanto sevaloriza a prática na escola e especialmente o trabalho em sala deaula. Igualmente, as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia têm a prática como eixo central desua formulação. Porém, na medida em que não se busca umacentralidade espontaneísta na prática, nem tampouco se vê a práticacomo descolada da teoria, há necessidade sim de conhecimentosantropológicos, filosóficos, sociológicos, históricos e econômicos para o entendimento dessa prática. Principalmente por se buscar aformação de um professor que seja capaz de continuar investindo emsua formação ao longo da vida e sendo, cada vez mais, melhorprofessor, por compreender a importância política de seu trabalho. Ao contrário do que defende a Profa Eunice, a vinculação política doprofessor com sua prática é uma contribuição decisiva para odesenvolvimento de um trabalho de qualidade. Se a relaçãodesenvolvida fosse exclusivamente relacionada com o mercado detrabalho, como a Profa Eunice apregoa, de forma pragmática eindividualista, certamente teríamos ainda menos professores nessepaís, já que os salários aviltantes afastariam ainda mais osprofissionais em direção a outras possibilidades no mercado.
- afirmar que o ensino no país é ruim porque os professores não sabemensinar é uma simplificação ? para não dizer má fé ? tãoprofunda quanto afirmar que a saúde no país é ruim porque osmédicos não sabem curar os doentes. Como a Profa Eunice Durhamcertamente sabe, mas parece querer mascarar por razões que podem serencontradas em sua trajetória político-acadêmica, o discursocrítico em Educação há muito já desconstruiu essa desconexãoentre educação e a problemática social. Essa conclusão teóricatanto é de seu conhecimento que ela afirma que o despreparo dosprofessores é apenas parte do problema. Por que a Profa Eunice se calaem relação à outra ou às outras partes do problema? Professoresdespreparados também não são conseqüência da falta de investimentoem políticas públicas de formação e de valorização do professor?De salários aviltantemente baixos que não garantem condiçõesmínimas de trabalho e de formação continuada? Não se trata de osprofessores se eximirem de culpa, mas apenas de dar atenção aoslevantamentos estatísticos realizados pelo próprio Ministério da Educação de que existem professores formados no país suficientespara as vagas necessárias, no entanto esses professores se dirigem aoutras atividades e não se fixam na escola, ou seja, abandonam ousequer ingressam na carreira de professor. Culpar os sindicatos pelaluta dos direitos dos professores ? dentre os quais o de suaformação - é uma forma, ideológica, de retirar o foco do problema aser enfrentado.
- Com um discurso vazio, ideológico e destituído de base teórica ouempírica que o sustente, a Profa Eunice também se dedica a criticarlevianamente a pesquisa em Ciências Humanas. Em que bases a ProfaEunice sustenta que a relação com o mercado de trabalho é que devepautar a pesquisa científica? Qual a base científica que pressupõeuma relação que por vezes torna pesquisadores apenas solucionadoresde problemas pontuais e os desvia de sua função social de produzirconhecimento e teoria? Não devemos trabalhar em prol da produção deconhecimento e de teoria, que possa de forma profunda e rigorosacontribuir para a sociedade como um todo?
- Os 84 Programas de Pós-Graduação em Educação filiados à ANPEd,manifestam seu total repúdio às declarações, de naturezamarcadamente ideológica, proferidas pela profa. Eunice Duran, cujodiscurso não encontra legitimação científica, na medida em que nega as principais contribuições teórica-metodológica dos pesquisadoresda área de educação e desqualifica o trabalho desenvolvido pelamaioria das Faculdades e Cerntros de Educação deste país nocumprimento de sua função social precípua: a de formar professorestécnica e politicamente qualificados para o enfrentamento dos gravesdesafios postos pela sociedade brasileira na direção de promoverdesenvolvimento e justiça social. O enfrentamento destas questõescobra, necessariamente, uma educação que propicie o exercício dacrítica, da criatividade e, acima de tudo, que seja orientada paraatender às necessidades da maioria da população alijada de direitosbásicos fundamentais. Uma educação que, na contra-mão do discursoda profa. Eunice, tem como norte de seus processos educativos, aautonomia e a emancipação humana.
Vejam a resposta do FORPRED à entrevista da professora Eunice Durham que (pasmem) saiu publicada também no Jornal da SBPC. Foielaborada como subsídio para uma manifestação da ANPEd.
Achamos absolutamente necessário respondermos com indignação àmatéria veiculada no JC, da SBPC. Para contribuir com a resposta,consideramos que, inicialmente, deve ser ressaltado que a Profa EuniceDurham comete os mesmos erros que julga identificar em pedagogos,educadores de forma geral e pesquisadores de ciências humanas esociais: simplifica questões profundamente complexas, igualapolíticas altamente heterogêneas, utiliza argumentos ideológicos edesconsidera dados técnicos.
Justificamos essa afirmação com base em:
- ser falso considerar que os cursos de Pedagogia supervalorizam ateoria. A ampla maioria das investigações, expressas, por exemplo, emdissertações e teses na área de Educação demonstram o quanto sevaloriza a prática na escola e especialmente o trabalho em sala deaula. Igualmente, as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia têm a prática como eixo central desua formulação. Porém, na medida em que não se busca umacentralidade espontaneísta na prática, nem tampouco se vê a práticacomo descolada da teoria, há necessidade sim de conhecimentosantropológicos, filosóficos, sociológicos, históricos e econômicos para o entendimento dessa prática. Principalmente por se buscar aformação de um professor que seja capaz de continuar investindo emsua formação ao longo da vida e sendo, cada vez mais, melhorprofessor, por compreender a importância política de seu trabalho. Ao contrário do que defende a Profa Eunice, a vinculação política doprofessor com sua prática é uma contribuição decisiva para odesenvolvimento de um trabalho de qualidade. Se a relaçãodesenvolvida fosse exclusivamente relacionada com o mercado detrabalho, como a Profa Eunice apregoa, de forma pragmática eindividualista, certamente teríamos ainda menos professores nessepaís, já que os salários aviltantes afastariam ainda mais osprofissionais em direção a outras possibilidades no mercado.
- afirmar que o ensino no país é ruim porque os professores não sabemensinar é uma simplificação ? para não dizer má fé ? tãoprofunda quanto afirmar que a saúde no país é ruim porque osmédicos não sabem curar os doentes. Como a Profa Eunice Durhamcertamente sabe, mas parece querer mascarar por razões que podem serencontradas em sua trajetória político-acadêmica, o discursocrítico em Educação há muito já desconstruiu essa desconexãoentre educação e a problemática social. Essa conclusão teóricatanto é de seu conhecimento que ela afirma que o despreparo dosprofessores é apenas parte do problema. Por que a Profa Eunice se calaem relação à outra ou às outras partes do problema? Professoresdespreparados também não são conseqüência da falta de investimentoem políticas públicas de formação e de valorização do professor?De salários aviltantemente baixos que não garantem condiçõesmínimas de trabalho e de formação continuada? Não se trata de osprofessores se eximirem de culpa, mas apenas de dar atenção aoslevantamentos estatísticos realizados pelo próprio Ministério da Educação de que existem professores formados no país suficientespara as vagas necessárias, no entanto esses professores se dirigem aoutras atividades e não se fixam na escola, ou seja, abandonam ousequer ingressam na carreira de professor. Culpar os sindicatos pelaluta dos direitos dos professores ? dentre os quais o de suaformação - é uma forma, ideológica, de retirar o foco do problema aser enfrentado.
- Com um discurso vazio, ideológico e destituído de base teórica ouempírica que o sustente, a Profa Eunice também se dedica a criticarlevianamente a pesquisa em Ciências Humanas. Em que bases a ProfaEunice sustenta que a relação com o mercado de trabalho é que devepautar a pesquisa científica? Qual a base científica que pressupõeuma relação que por vezes torna pesquisadores apenas solucionadoresde problemas pontuais e os desvia de sua função social de produzirconhecimento e teoria? Não devemos trabalhar em prol da produção deconhecimento e de teoria, que possa de forma profunda e rigorosacontribuir para a sociedade como um todo?
- Os 84 Programas de Pós-Graduação em Educação filiados à ANPEd,manifestam seu total repúdio às declarações, de naturezamarcadamente ideológica, proferidas pela profa. Eunice Duran, cujodiscurso não encontra legitimação científica, na medida em que nega as principais contribuições teórica-metodológica dos pesquisadoresda área de educação e desqualifica o trabalho desenvolvido pelamaioria das Faculdades e Cerntros de Educação deste país nocumprimento de sua função social precípua: a de formar professorestécnica e politicamente qualificados para o enfrentamento dos gravesdesafios postos pela sociedade brasileira na direção de promoverdesenvolvimento e justiça social. O enfrentamento destas questõescobra, necessariamente, uma educação que propicie o exercício dacrítica, da criatividade e, acima de tudo, que seja orientada paraatender às necessidades da maioria da população alijada de direitosbásicos fundamentais. Uma educação que, na contra-mão do discursoda profa. Eunice, tem como norte de seus processos educativos, aautonomia e a emancipação humana.
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