Grupo:
Carolina Castanhedo Moura
Laís Silva Oliveira
Mônica Pinhaes
Gracielle Souza
Juliana Silva
Daniela Roqu
Caio Chaves
Balgeum Song
Introdução:
Nosso grupo pretende verificar a hipótese de que a dinâmica e o espaço escolar interferem diretamente na absorção do conteúdo pelos alunos. Acreditamos que uma dinâmica em que há uma maior interação entre os alunos e um caráter mais lúdico apresenta um melhor resultado na fixação dos conteúdos.
Objetivos:
A proposta de intervenção procura verificar a interferência do espaço escolar e da dinâmica de aula na absorção, por parte dos alunos, do conteúdo proposto.
Estratégia:
Pretendemos propor em uma mesma escola, com crianças da mesma faixa etária e série, a aplicação de duas dinâmicas diferentes quanto à forma de aplicação e à organização do espaço escolar e iguais em relação ao conteúdo e aos elementos envolvidos.
Público alvo:
Alunos do segundo ano do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino com idade entre 7 e 8 anos.
Grupo:
Clara Devus
Giulia Lima
Introdução:
Nota-se pelas aulas de produção textual dos alunos do Fundamental II grande dificuldade na organização do enredo, verossimilhança, coerência e coesão. A partir de atividades que visem desenvolver as habilidades narrativas primárias, acompanhamento e correções, os alunos irão produzir textos de natureza oral a fim de reproduzi-los para os alunos do Infantil e Fundamental I.
Objetivos:
Melhorar e estimular a produção textual, estabelecer um relacionamento construtivo entre alunos de diferentes faixas etárias, trabalhar tipos variados de textos de forma lúdica.
Estratégia:
A princípio, sugerimos cinco encontros, porém há a possibilidade de flexibilidade dependendo do progresso dos alunos. Os primeiros encontros serão destinados ao trabalho da narrativa oral a partir de brincadeiras de construção coletiva de histórias, de descrição de elementos familiares e de compartilhamento de experiências. Nos encontros finais os alunos irão iniciar o processo de transmissão de oralidade para escrita na forma que se sentirem mais à vontade (conto, poema, fábula, narrativa de terror, etc.), em grupos ou individualmente. Após a conclusão desta etapa, iniciaremos as apresentações para os alunos do Infantil e Fundamental I, promovendo a interação e a fixação de conteúdo.
Público-alvo:
Alunos do ensino Fundamental II (produtores) e Fundamental I e Infantil (receptores).
Grupo:
Cauê Leonel
Introdução:
Uma das ferramentas de grande importância aprendida por alunos do 3º ano do Ensino Médio é a geometria analítica. Porém, os alunos ficam presos somente aos exercícios envolvendo plano cartesiano e muitas vezes esquecem (ou não sabem) que esse conteúdo pode ser utilizado para resolver problemas de geometria plana.
Objetivos:
Após os alunos já terem aprendido geometria analítica, o objetivo principal das intervenções é que os alunos envolvidos estejam cientes que a geometria é ampla e que ela não fica subdividida em temas (geometria plana, analítica, de posição, espacial, entre outras).
Estratégia:
Para tal proposta, iniciei pensando em cinco intervenções:
I)Apresentação para a turma, comentando brevemente o assunto que vamos conversar durante as próximas quatro intervenções
II)Revisão dos conceitos básicos da geometria
III)Atividade giagnóstica (2 exercícios simples para entrega e verificação inicial da turma)
IV)Atividade principal (3 exercícios de “geometria plana”)
V) Finalização do projeto/Feedback doa alunos
Público-alvo:
Alunos do 3º ano do Ensino Médio
Grupo:
Luisa Lemes
Iamara de Almeida
Luciana Nomoto
Leandro Bastos
Florindo Novaes
Waldemar Silva
Priscila Ribeiro
Introdução:
Na EE Andrônico de Melo existe uma sala de leitura. Os professores do colégio verificaram que ela é pouco utilizada pelos alunos.
Objetivos:
Verificar, em duas classes, a freqüência de uso da sala de leitura, com o objetivo de estimular os alunos a freqüentá-la mais.
Estratégia:
Elaboração e aplicação de questionário diagnóstico; aplicação das propostas de incentivo de uso da sala de leitura (elaborados a partir do diagnóstico); aplicação de questionários para verificação da intervenção.
Público-alvo:
Alunos do 1º ano do Ensino Médio.
Grupo:
Akimi Kochi
Anna Bessa
Bruno Mascaro
Daniel Takahashi
Valter Regensteiner
Proposta:
Vídeos falando sobre os cursos para as carreiras desejadas, para esclarecer dúvidas sobre o que eles vão encontrar em cada curso.
Serão três visitas ao colégio:
1ª visita:
Questionário em sala de aula, somente para os terceiros anos, explicando parte do projeto.
2ª visita:
Será a apresentação do vídeo, no auditório, se possível para todo o Ensino Médio.
Os vídeos serão divididos por áreas (Humanas, Exatas, Biológicas). Cada vídeo terá de 10 a 20 minutos e entre eles haverá um intervalo de 5 a 10 minutos. Os vídeos irão conter alunos que estão se graduando nos seus cursos e também alunos que deisitiram falando o porquê desistiram e o que foram fazer depois.
3ª visita:
Será um novo questionário e ainda levaremos alguns dos alunos que gravaram os vídeos para responderem questões específicas das carreiras. Se possível, essa atividade será feita no auditório. O novo questionário terá algumas perguntas iguais às perguntas do primeiro e outras mais voltadas para o que eles viram ou acharam dos vídeos.
Grupo:
Victor Ronchim
Richard Dias
Mariana Guimarães
Thaís Santos
Victor Soler
Beatriz Lima
Rodrigo Oliveira
Felipe Silva
Claudio Filho
Introdução:
Nosso projeto visa trabalhar geometria com os alunos do Fundamental II de escola particular de um modo diferenciado, focado no Teorema de Pitágoras. A proposta consiste na utilização de materiais didáticos para o aprendizado do conteúdo.
Objetivos:
Pretendemos com esse projeto otimizar o aprendizado do Teorema de Pitágoras através de um processo lúdico da enunciação do teorema, assim como integrar a sala devido ao trabalho em grupos.
Estratégia:
Para iniciar o aprendizado do teorema, os alunos serão orientados a formarem grupos para a construção do catetóide (imagem).
Após a construção do catetóide, perguntaremos se a soma dos quadrados menores é igual ao quadrado maior sempre.
Os alunos desenharão catetóides individuais, que servirão de fichamento da matéria, para responderem à pergunta. Após isso, o teorema será demonstrado de forma lúdica e aplicado exercícios.
Público-alvo:
Esta proposta tem como público-alvo alunos do Ensino fundamental II, 8º e 9º anos, de escola particular ou pública.
Este é o blog da disciplina Introdução aos Estudos da Educação (enfoque histórico), oferecida na Faculdade de Educação (USP), nas segundas-feiras, por Diana Gonçalves Vidal. Para entrar em contato comigo, por favor usem o email institucional: dvidal@usp.br.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Educadores Brasileiros
Anisio Teixeira
12/07/1900 – Anísio Teixeira nasce em Caitité/BA. Filho de Deucleciano Pires Teixeira e Ana Maria Espínola Teixeira.
Em Caitité Anísio faz o curso primário no Colégio São Luís, que era da Ordem dos Jesuítas.
Em Salvador, estuda no Colégio Antônio Vieira, em regime de internato e pensa em entrar para Companhia de Jesus, o que não se concretizou.
1922 – Formou-se, em 1922, na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Direito da UFRJ), dois anos depois foi nomeado pelo Governador Góes Calmon Inspetor Geral de Ensino da Bahia - cargo equivalente hoje ao de Secretário da Educação.
1925 – Viaja para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino no Estado da Bahia.
1927 – Anísio Teixeira vai aos Estados Unidos, comissionado pelo governador da BA. Realiza visitas a escolas americanas e se impressiona com as estruturas escolares Norte-Americanas. Tem contato com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey (pragmático – preparar o indivíduo para o mundo).
1928 – Anísio retorna aos Estados Unidos para cursar Pós-Graduação no Teacher’s College da Universidade de Columbia em Nova York. Torna-se colega de Gilberto Freyre e passa a ter contato com os escritos de Dewey. Encontra-se também com Monteiro Lobato e redefine sua posição religiosa.
1929 – Anísio retorna à Bahia. Demite-se do cargo de Inspetor de Ensino e começa a lecionar Filosofia da Educação na Escola Normal de Salvador.
1931 – Anísio muda-se para o Rio de Janeiro. Assume a Diretoria de Instrução Pública no Distrito Federal/RJ, “vitrine para os diversos Estados da Federação”.
Cria o Instituto de Educação, responsável pela formação dos professores da rede pública e de algumas escolas experimentais.
1932 – Anísio casa-se com Emília Teles Ferreira.
1932 – Anísio é um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, escrito por Fernando de
Azevedo, em defesa de uma escola “pública, laica e obrigatória”, gerando disputas entre os educadores pioneiros e os católicos sobre os rumos da educação brasileira.
1934 – Promulgação da Constituição da República diz que o ensino religioso deve ser feito nas escolas.
1935 – Realização do projeto mais ambicioso de Anísio. Cria a Universidade do Distrito Federal - UDF, quando o Instituto de Educação ganha nível universitário integrado a ela. O corpo docente da UDF era constituído, entre outros, por Heitor Villa Lobos, Gilberto Freyre, Candido Portinari. A Universidade tem vida curta, pois é abortada pelo governo Vargas.
12/1935 – Anísio entrega sua carta de demissão do cargo de Diretor de Instrução Pública do Distrito Federal em função das pressões que vinha sofrendo por ser acusado de comunista. Refugia-se na Argentina. Anos depois volta à Bahia, dedicando-se a traduções e a exploração de manganês. No período, tem seus quatro filhos
1945 – Com o fim da Segunda Guerra, Vargas renuncia a presidência do Brasil e o país volta ao regime democrático. Otávio Mangabeira, que havia sido exilado é eleito governador da BA e convida Anísio a assumir a Secretaria de Educação e Saúde do Estado.
1946 – Assume o cargo de Conselheiro da UNESCO e assume o cargo de Secretário de Educação e Saúde da Bahia.
1950 – Anísio inaugura o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, a Escola Parque, por ele idealizada, de
tempo integral e voltada para as populações mais carentes. A proposta era de uma escola que ensinasse o fazer.
1951 – Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.
1961 – Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.
1964 – Com o golpe militar de 1964, foi para os Estados Unidos lecionar nas Universidades de Colombia e California. Volta ao Brasil em 1966.
1971 – Faleceu no Rio de Janeiro, em 11 de março de 1971.
Obras do autor:
Aspectos americanos de educação. Salvador. Tip. De São Francisco, 1928, 166 p.
A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956, 355 p.
Educação é um direito. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996, 221 p.
Educação e o mundo moderno. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977, 245 p.
Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998, 187 p.
Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional 1969, 385 p.
Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro.- Editora UFRJ, 1994, 250 p.
Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997, 263 p.
Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934, 210 p.
Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d., 195 p.
Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989, 186 p.
Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968, 150 p.
TEIXEIRA, Anísio e ROCHA E SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora, 116 p.
Fernando de Azevedo
2 /4/1894 – Fernando de Azevedo nasce em São Gonçalo do Sapucaí/MG em 2 de abril de 1894.
1914 – Abandonou a vida religiosa e ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro
1916 – Aos 22 anos, voltou para Minas Gerais onde passou a atuar como professor substituto de latim e psicologia no Ginásio do Estado em Belo Horizonte.
1917 – Mudou-se para São Paulo, ingressando no jornalismo como crítico literário, no jornal O Estado de S. Paulo.
1918 – Conclui o curso de Direito.
1923-1926 – Tonrou-se redator e crítico literário de O Estado de S. Paulo em 1923, jornal em que organizou e dirigiu, em 1926, dois inquéritos um sobre a arquitetura colonial, e outro sobre Educação Pública em São Paulo, abordando os problemas fundamentais do ensino de todos os graus e tipos.
1927-1930 – Azevedo foi diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal. No Distrito Federal, nesse período, projetou, defendeu e realizou uma reforma de ensino baseada no modelo da Escola Nova. Traçou e executou um largo plano de construções escolares, entre as quais as dos edifícios na rua Mariz e Barros, destinados à antiga Escola Normal, hoje Instituto de Educação.
1931 – Fundou em 1931, e dirigiu por mais de 15 anos, na Companhia Editora Nacional, a Biblioteca Pedagógica Brasileira (BPB) e a Coleção Brasiliana.
1932 – Foi o redator e signatário do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (A reconstrução educacional no Brasil), em que se lançaram as bases e diretrizes de uma nova política de educação.
1933 – Tornou-se Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo. Em 1933, quando Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo, promoveu reformas, consubstanciadas no Código de Educação.
1934 – Azevedo foi um dos organizadores da Universidade de São Paulo, dirigindo o Instituto de Educação e ocupando a cadeira de Sociologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.
1933-1938 – diretor do Instituto de Educação da Universidade de São Paulo.
1935-1960 – Foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Sociologia, de que foi presidente, desde sua fundação, em 1935, até 1960.
1938 – Foi presidente da Associação Brasileira de Educação e eleito presidente da VIII Conferência Mundial de Educação que deveria realizar-se no Rio de Janeiro.
1941-1943 – Atuou como Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Paulo e foi também o primeiro ocupante da cadeira de Sociologia na Universidade. Como Membro do Conselho Universitário atuou por mais de doze anos, desde a fundação da Universidade de São Paulo.
1943 – Publicou o livro A cultura Brasileira, composto por três volumes, a título de introdução do Recenseamento que estava sendo realizado no Rio de Janeiro.
1947 – Tornou-se Secretário da Educação e Saúde do Estado de São Paulo.
1950-53 – Eleito no Congresso Mundial de Zurique (1950) vice-presidente da International Sociological Association, assumiu com os outros dois vice-presidentes, Morris Ginsberg, da Inglaterra, e Georges Davy, da França, a direção dessa associação internacional por morte de seu presidente, Louis Wirth, da Universidade de Chicago.
1956-1960 – Atuou como Diretor do Centro Regional de Pesquisas Educacionais, que ele instalou e organizou.
1961 – Tornou-se Secretário de Educação e Cultura no governo do prefeito Prestes Maia.
1966 – Volta ao jornalismo escrevendo para vários jornais nacionais.
1967 – Em 10 de agosto de 1967 foi eleito para a cadeira 14 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Antônio Carneiro Leão. Foi recebido em 24 de setembro de 1968 pelo acadêmico Cassiano Ricardo.
18/9/1974 – Faleceu em São Paulo.
Obras do autor:
Da educação física, seguido de Antinous Estudo de cultura atlética e a evolução do esporte no Brasil (1920); No tempo de Petrônio (1923); Ensaios (1924); Jardins de Salústio À margem da vida e dos livros, ensaios (1924); Páginas latinas, ensaios (1927); Máscaras e retratos Estudos críticos e literários sobre escritores e poetas do Brasil (1929); A reconstrução educacional no Brasil (1932); A educação na encruzilhada Problemas e discussões. Inquérito para O Estado de S. Paulo (1926); Novos caminhos e novos fins A nova política da educação no Brasil (1935); A educação e seus problemas, 2 vols. (1937);A cultura brasileira (1943); Princípios de sociologia, 8. ed. (1958); Sociologia educacional, 5. ed. (1958); Canaviais e engenhos na vida política do Brasil Ensaio sociológico sobre o elemento político na civilização do açúcar (1948); Um trem corre para o oeste Estudo sobre a Noroeste do Brasil e seu papel no sistema de viação nacional, 2a ed. (1958); A cultura brasileira, 3 vols. (1943); Na batalha do humanismo Aspirações, problemas e perspectivas, 2a ed. (1958); A educação entre dois mundos Problemas, perspectivas e orientações (1958); Figuras do meu convívio, ensaios (1961); A cidade e o campo na civilização industrial e Outros ensaios (1962); História da minha vida, memórias (1971).
Prêmios recebidos:
Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras (1943); Cruz de Oficial de Legião de Honra, da França (1947); Prêmio de Educação Visconde de Porto Seguro, conferido pela Fundação Visconde de Porto Seguro, de São Paulo (1964); Prêmio Moinho Santista (1971) em Ciências Sociais. Pertenceu à Academia Paulista de Letras.
Lourenço Filho
1897 – Lourenço Filho nasceu em Porto Ferreira, interior de São Paulo, em 10 de março de 1897.
1917-1927 – Diplomou-se na Escola Normal Secundária de Pirasununga, em 1917. Matriculou-se na Faculdade de Medicina para estudar psiquiatria mas abandonou após dois anos. Em 1919, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, vindo a bacharelar-se em 1929.
1920 – Passa a lecionar na Escola Normal Primária de São Paulo.
1921 – É nomeado para a cátedra de Psicologia e Pedagogia da Escola Normal de Piracicaba e funda a Revista de Educação, que recebe seus primeiros artigos.
1922 – A convite do governo cearense, assume o cargo de Diretor da Instrução Pública do Ceará e leciona na Escola Normal de Fortaleza.
1931 – Atuação no Ministério da Educação e Saúde, criado em 1930. Auxilia na Reforma de Anísio Teixeira.
1932 – Atua como um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação pela Escola Nova.
1937 – Ocorre o Golpe do Estado Novo, mas Lourenço Filho permanece no Ministério da Educação e Saúde no Governo de Getúlio Vargas.
1938-1946 – Atuou como Diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
1947-1961 – Elaboração de uma primeira lei de educação geral no Brasil, proclamada em dezembro de 1961, Lei de Diretrizes e Bases (LDB – nº 4024). Lourenço Filho é chamado a presidir a comissão que vai elaborar o primeiro ante-projeto da lei. Este projeto se perde.
1970 – Faleceu no Rio de Janeiro em 3 de agosto de 1970.
Obras do autor:
Educação comparada. São Paulo: Melhoramentos, 1961, 294 p.
Estatística e educação. Rio de Janeiro: Serviço Gráfico do IBGE, 1940, 23 p.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
A criança na Literatura Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1948.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
Organização e administração escolar: Um curso básico. São Paulo: Melhoramentos, 1963, 288 p.
Psicologia educacional. São Paulo: Melhoramentos.
Psicologia de ontem e de hoje. São Paulo: Melhoramentos.
Tendências da educação brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1940, 164 p.
Testes ABC para verificação da maturidade necessária à aprendizagem da leitura e escrita. São Paulo: Melhoramentos, 1969, 200 p. (inclui material para aplicação dos testes).
Questões:
O que propõe o Manifesto dos Pioneiros da Educação?
Como compreender as três dimensões da Escola Nova no Brasil: pedagógica, política e finalista?
O que os debates sobre a Escola Nova e a atuação desses sujeitos nos permitem pensar sobre as disputas atuais na arena educacional?
12/07/1900 – Anísio Teixeira nasce em Caitité/BA. Filho de Deucleciano Pires Teixeira e Ana Maria Espínola Teixeira.
Em Caitité Anísio faz o curso primário no Colégio São Luís, que era da Ordem dos Jesuítas.
Em Salvador, estuda no Colégio Antônio Vieira, em regime de internato e pensa em entrar para Companhia de Jesus, o que não se concretizou.
1922 – Formou-se, em 1922, na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Direito da UFRJ), dois anos depois foi nomeado pelo Governador Góes Calmon Inspetor Geral de Ensino da Bahia - cargo equivalente hoje ao de Secretário da Educação.
1925 – Viaja para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino no Estado da Bahia.
1927 – Anísio Teixeira vai aos Estados Unidos, comissionado pelo governador da BA. Realiza visitas a escolas americanas e se impressiona com as estruturas escolares Norte-Americanas. Tem contato com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey (pragmático – preparar o indivíduo para o mundo).
1928 – Anísio retorna aos Estados Unidos para cursar Pós-Graduação no Teacher’s College da Universidade de Columbia em Nova York. Torna-se colega de Gilberto Freyre e passa a ter contato com os escritos de Dewey. Encontra-se também com Monteiro Lobato e redefine sua posição religiosa.
1929 – Anísio retorna à Bahia. Demite-se do cargo de Inspetor de Ensino e começa a lecionar Filosofia da Educação na Escola Normal de Salvador.
1931 – Anísio muda-se para o Rio de Janeiro. Assume a Diretoria de Instrução Pública no Distrito Federal/RJ, “vitrine para os diversos Estados da Federação”.
Cria o Instituto de Educação, responsável pela formação dos professores da rede pública e de algumas escolas experimentais.
1932 – Anísio casa-se com Emília Teles Ferreira.
1932 – Anísio é um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, escrito por Fernando de
Azevedo, em defesa de uma escola “pública, laica e obrigatória”, gerando disputas entre os educadores pioneiros e os católicos sobre os rumos da educação brasileira.
1934 – Promulgação da Constituição da República diz que o ensino religioso deve ser feito nas escolas.
1935 – Realização do projeto mais ambicioso de Anísio. Cria a Universidade do Distrito Federal - UDF, quando o Instituto de Educação ganha nível universitário integrado a ela. O corpo docente da UDF era constituído, entre outros, por Heitor Villa Lobos, Gilberto Freyre, Candido Portinari. A Universidade tem vida curta, pois é abortada pelo governo Vargas.
12/1935 – Anísio entrega sua carta de demissão do cargo de Diretor de Instrução Pública do Distrito Federal em função das pressões que vinha sofrendo por ser acusado de comunista. Refugia-se na Argentina. Anos depois volta à Bahia, dedicando-se a traduções e a exploração de manganês. No período, tem seus quatro filhos
1945 – Com o fim da Segunda Guerra, Vargas renuncia a presidência do Brasil e o país volta ao regime democrático. Otávio Mangabeira, que havia sido exilado é eleito governador da BA e convida Anísio a assumir a Secretaria de Educação e Saúde do Estado.
1946 – Assume o cargo de Conselheiro da UNESCO e assume o cargo de Secretário de Educação e Saúde da Bahia.
1950 – Anísio inaugura o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, a Escola Parque, por ele idealizada, de
tempo integral e voltada para as populações mais carentes. A proposta era de uma escola que ensinasse o fazer.
1951 – Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.
1961 – Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.
1964 – Com o golpe militar de 1964, foi para os Estados Unidos lecionar nas Universidades de Colombia e California. Volta ao Brasil em 1966.
1971 – Faleceu no Rio de Janeiro, em 11 de março de 1971.
Obras do autor:
Aspectos americanos de educação. Salvador. Tip. De São Francisco, 1928, 166 p.
A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956, 355 p.
Educação é um direito. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996, 221 p.
Educação e o mundo moderno. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977, 245 p.
Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998, 187 p.
Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional 1969, 385 p.
Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro.- Editora UFRJ, 1994, 250 p.
Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997, 263 p.
Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934, 210 p.
Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d., 195 p.
Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989, 186 p.
Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968, 150 p.
TEIXEIRA, Anísio e ROCHA E SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora, 116 p.
Fernando de Azevedo
2 /4/1894 – Fernando de Azevedo nasce em São Gonçalo do Sapucaí/MG em 2 de abril de 1894.
1914 – Abandonou a vida religiosa e ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro
1916 – Aos 22 anos, voltou para Minas Gerais onde passou a atuar como professor substituto de latim e psicologia no Ginásio do Estado em Belo Horizonte.
1917 – Mudou-se para São Paulo, ingressando no jornalismo como crítico literário, no jornal O Estado de S. Paulo.
1918 – Conclui o curso de Direito.
1923-1926 – Tonrou-se redator e crítico literário de O Estado de S. Paulo em 1923, jornal em que organizou e dirigiu, em 1926, dois inquéritos um sobre a arquitetura colonial, e outro sobre Educação Pública em São Paulo, abordando os problemas fundamentais do ensino de todos os graus e tipos.
1927-1930 – Azevedo foi diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal. No Distrito Federal, nesse período, projetou, defendeu e realizou uma reforma de ensino baseada no modelo da Escola Nova. Traçou e executou um largo plano de construções escolares, entre as quais as dos edifícios na rua Mariz e Barros, destinados à antiga Escola Normal, hoje Instituto de Educação.
1931 – Fundou em 1931, e dirigiu por mais de 15 anos, na Companhia Editora Nacional, a Biblioteca Pedagógica Brasileira (BPB) e a Coleção Brasiliana.
1932 – Foi o redator e signatário do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (A reconstrução educacional no Brasil), em que se lançaram as bases e diretrizes de uma nova política de educação.
1933 – Tornou-se Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo. Em 1933, quando Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo, promoveu reformas, consubstanciadas no Código de Educação.
1934 – Azevedo foi um dos organizadores da Universidade de São Paulo, dirigindo o Instituto de Educação e ocupando a cadeira de Sociologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.
1933-1938 – diretor do Instituto de Educação da Universidade de São Paulo.
1935-1960 – Foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Sociologia, de que foi presidente, desde sua fundação, em 1935, até 1960.
1938 – Foi presidente da Associação Brasileira de Educação e eleito presidente da VIII Conferência Mundial de Educação que deveria realizar-se no Rio de Janeiro.
1941-1943 – Atuou como Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Paulo e foi também o primeiro ocupante da cadeira de Sociologia na Universidade. Como Membro do Conselho Universitário atuou por mais de doze anos, desde a fundação da Universidade de São Paulo.
1943 – Publicou o livro A cultura Brasileira, composto por três volumes, a título de introdução do Recenseamento que estava sendo realizado no Rio de Janeiro.
1947 – Tornou-se Secretário da Educação e Saúde do Estado de São Paulo.
1950-53 – Eleito no Congresso Mundial de Zurique (1950) vice-presidente da International Sociological Association, assumiu com os outros dois vice-presidentes, Morris Ginsberg, da Inglaterra, e Georges Davy, da França, a direção dessa associação internacional por morte de seu presidente, Louis Wirth, da Universidade de Chicago.
1956-1960 – Atuou como Diretor do Centro Regional de Pesquisas Educacionais, que ele instalou e organizou.
1961 – Tornou-se Secretário de Educação e Cultura no governo do prefeito Prestes Maia.
1966 – Volta ao jornalismo escrevendo para vários jornais nacionais.
1967 – Em 10 de agosto de 1967 foi eleito para a cadeira 14 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Antônio Carneiro Leão. Foi recebido em 24 de setembro de 1968 pelo acadêmico Cassiano Ricardo.
18/9/1974 – Faleceu em São Paulo.
Obras do autor:
Da educação física, seguido de Antinous Estudo de cultura atlética e a evolução do esporte no Brasil (1920); No tempo de Petrônio (1923); Ensaios (1924); Jardins de Salústio À margem da vida e dos livros, ensaios (1924); Páginas latinas, ensaios (1927); Máscaras e retratos Estudos críticos e literários sobre escritores e poetas do Brasil (1929); A reconstrução educacional no Brasil (1932); A educação na encruzilhada Problemas e discussões. Inquérito para O Estado de S. Paulo (1926); Novos caminhos e novos fins A nova política da educação no Brasil (1935); A educação e seus problemas, 2 vols. (1937);A cultura brasileira (1943); Princípios de sociologia, 8. ed. (1958); Sociologia educacional, 5. ed. (1958); Canaviais e engenhos na vida política do Brasil Ensaio sociológico sobre o elemento político na civilização do açúcar (1948); Um trem corre para o oeste Estudo sobre a Noroeste do Brasil e seu papel no sistema de viação nacional, 2a ed. (1958); A cultura brasileira, 3 vols. (1943); Na batalha do humanismo Aspirações, problemas e perspectivas, 2a ed. (1958); A educação entre dois mundos Problemas, perspectivas e orientações (1958); Figuras do meu convívio, ensaios (1961); A cidade e o campo na civilização industrial e Outros ensaios (1962); História da minha vida, memórias (1971).
Prêmios recebidos:
Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras (1943); Cruz de Oficial de Legião de Honra, da França (1947); Prêmio de Educação Visconde de Porto Seguro, conferido pela Fundação Visconde de Porto Seguro, de São Paulo (1964); Prêmio Moinho Santista (1971) em Ciências Sociais. Pertenceu à Academia Paulista de Letras.
Lourenço Filho
1897 – Lourenço Filho nasceu em Porto Ferreira, interior de São Paulo, em 10 de março de 1897.
1917-1927 – Diplomou-se na Escola Normal Secundária de Pirasununga, em 1917. Matriculou-se na Faculdade de Medicina para estudar psiquiatria mas abandonou após dois anos. Em 1919, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, vindo a bacharelar-se em 1929.
1920 – Passa a lecionar na Escola Normal Primária de São Paulo.
1921 – É nomeado para a cátedra de Psicologia e Pedagogia da Escola Normal de Piracicaba e funda a Revista de Educação, que recebe seus primeiros artigos.
1922 – A convite do governo cearense, assume o cargo de Diretor da Instrução Pública do Ceará e leciona na Escola Normal de Fortaleza.
1931 – Atuação no Ministério da Educação e Saúde, criado em 1930. Auxilia na Reforma de Anísio Teixeira.
1932 – Atua como um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação pela Escola Nova.
1937 – Ocorre o Golpe do Estado Novo, mas Lourenço Filho permanece no Ministério da Educação e Saúde no Governo de Getúlio Vargas.
1938-1946 – Atuou como Diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
1947-1961 – Elaboração de uma primeira lei de educação geral no Brasil, proclamada em dezembro de 1961, Lei de Diretrizes e Bases (LDB – nº 4024). Lourenço Filho é chamado a presidir a comissão que vai elaborar o primeiro ante-projeto da lei. Este projeto se perde.
1970 – Faleceu no Rio de Janeiro em 3 de agosto de 1970.
Obras do autor:
Educação comparada. São Paulo: Melhoramentos, 1961, 294 p.
Estatística e educação. Rio de Janeiro: Serviço Gráfico do IBGE, 1940, 23 p.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
A criança na Literatura Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1948.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
Organização e administração escolar: Um curso básico. São Paulo: Melhoramentos, 1963, 288 p.
Psicologia educacional. São Paulo: Melhoramentos.
Psicologia de ontem e de hoje. São Paulo: Melhoramentos.
Tendências da educação brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1940, 164 p.
Testes ABC para verificação da maturidade necessária à aprendizagem da leitura e escrita. São Paulo: Melhoramentos, 1969, 200 p. (inclui material para aplicação dos testes).
Questões:
O que propõe o Manifesto dos Pioneiros da Educação?
Como compreender as três dimensões da Escola Nova no Brasil: pedagógica, política e finalista?
O que os debates sobre a Escola Nova e a atuação desses sujeitos nos permitem pensar sobre as disputas atuais na arena educacional?
sábado, 16 de abril de 2011
Aula do dia 27 de abril
Lembro a todos e todas que na aula do dia 27 de abril será apresentado um Video. Portanto, peço que se dirijam diretamente para o Auditório ao chegarem à FEUSP.
Um beijo e Boa Páscoa!
Diana
Um beijo e Boa Páscoa!
Diana
Mais uma Proposta Coletiva
Pessoal
Aqui vai a última proposta coletiva formulada para a Unidade I.
Um beijo
Diana
Beatriz Rodrigues Lima nºUSP 6834832
Flávio Fachini Ferreira nºUSP 6804651
Giulia Esteves Lima nºUSP 6829012
Rodrigo Batista de Oliveira nºUSP 7158110
Victor Amadeu Soler nºUSP 6505289
Victor dos Santos Ronchim nºUSP 6798248
Introdução
Nosso projeto propõe um estudo de geometria com enfoque na relação de áreas e reconhecimento de figuras geométricas planas básicas, utilizando os conceitos necessários para a construção de uma quadra esportiva.
Objetivos
Nossa proposta tem como objetivo tornar empíricos os conceitos teóricos da relação de áreas da geometria, estreitando as relações professor-aluno e aluno-aluno através de trabalhos em grupo e o estímulo à criatividade.
Estratégias
O projeto foi elaborado em três fases, sendo a primeira uma visita à quadra esportiva, a segunda uma aplicação das figuras identificadas na quadra em um protótipo construído em sala de aula acompanhado dos conceitos teóricos do professor e uma terceira aula destinada a uma discussão, propondo relações entre os conceitos teóricos e o protótipo feito.
Público-alvo
Este projeto foi desenvolvido para ser aplicado com alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II de escolas públicas e particulares de São Paulo.
Aqui vai a última proposta coletiva formulada para a Unidade I.
Um beijo
Diana
Beatriz Rodrigues Lima nºUSP 6834832
Flávio Fachini Ferreira nºUSP 6804651
Giulia Esteves Lima nºUSP 6829012
Rodrigo Batista de Oliveira nºUSP 7158110
Victor Amadeu Soler nºUSP 6505289
Victor dos Santos Ronchim nºUSP 6798248
Introdução
Nosso projeto propõe um estudo de geometria com enfoque na relação de áreas e reconhecimento de figuras geométricas planas básicas, utilizando os conceitos necessários para a construção de uma quadra esportiva.
Objetivos
Nossa proposta tem como objetivo tornar empíricos os conceitos teóricos da relação de áreas da geometria, estreitando as relações professor-aluno e aluno-aluno através de trabalhos em grupo e o estímulo à criatividade.
Estratégias
O projeto foi elaborado em três fases, sendo a primeira uma visita à quadra esportiva, a segunda uma aplicação das figuras identificadas na quadra em um protótipo construído em sala de aula acompanhado dos conceitos teóricos do professor e uma terceira aula destinada a uma discussão, propondo relações entre os conceitos teóricos e o protótipo feito.
Público-alvo
Este projeto foi desenvolvido para ser aplicado com alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II de escolas públicas e particulares de São Paulo.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Indicação de site
Pessoal
Como esta turma é majoritariamente formada por matemáticos, achei interessante fazer circular a noticia de que está disponível a interessados e pesquisadores uma nova base de dados de livros didáticos. Trata-se do DVD "A matemática do colégio: livros didáticos para a história de uma disciplina". Para acesso a ela será preciso consultar o endereço:
http://www.unifesp.br/centros/ghemat/DVD_s/HISTORIA/inicio.html
Um beijo
Diana
Como esta turma é majoritariamente formada por matemáticos, achei interessante fazer circular a noticia de que está disponível a interessados e pesquisadores uma nova base de dados de livros didáticos. Trata-se do DVD "A matemática do colégio: livros didáticos para a história de uma disciplina". Para acesso a ela será preciso consultar o endereço:
http://www.unifesp.br/centros/ghemat/DVD_s/HISTORIA/inicio.html
Um beijo
Diana
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Proposta Coletiva Unidade I
Pessoal
A seguir, divulgo as Propostas elaboradas em aula no dia 6 de abril.
Um abraço
Diana
Grupo: Akimi Kokanj Kochi - nº usp 7157832 Anna Brunetti Bessa - nº usp 7157978 Bruno Mascaro - nº usp 7157807 Daniel Takahashi - nº usp 7158148 Rodrigo Correa - nº usp 5897424 Valter Scheffer Regensteiner - nº usp 7157940
Introdução - Muitos alunos não tem idéia do que enocontraram na faculdade. Até sabem qual profissão querem mas não tem noção do que seus cursos irão apresentar A eles, portanto elaboramos esse trabalho.
Objetivo - Temos como objetivo esclarecer a realidade do que o aluno encontrará dentro do seu curso, desde as matérias, professores até aquilo que eles podem encontrar e que eles não esperavam.
Estratégia - Para executar essa proposta pretendemos realizar com os alunos três encontros.
1º encontro: Em sala de aula, iremos em cada sala realizando uma pesquisa escrita/diagnóstico com os alunos do terceiro ano do ensino médio, perguntando sobre qual curso eles desejam fazer, porque da escolha desses cursos e o que eles esperam encontrar neles. Baseados nos dados dos cursos mais desejados pelos alunos vamos elaborar um video, que talvez seja dividido em três dependendo do tempo. Faremos video entrevistas com alunos que estão nos primeiros anos da faculdade, dos cursos mais recorrentes, para esclarecer quais são as dificuldades, as curiosidades sobre cada curso. Os alunos entrevistados falaram sobre o que eles queriam fazer, como eles imaginavam o curso e o que foi que encontraram e como pensam agora.
2ºencontro: Pretendemos reunir no auditorio os alunos do terceiro ano do ensino médio, principalmente, mas se houver a possibilidade de colocar os de segundo e primeiro também seria bastante interessante. Vamos passar esse video e responder as perguntas dos alunos, visando principalmente instigar a curiosidade deles quanto ao curso desejado.
3º encontro: Nos iremos fazer uma avaliação escrita, com os alunos do terceiro ano do ensino médio, para saber o que eles pensam agora, se algo mudou, se ajudamos a esclarecer duvidas sobre o curso e se eles se sentem mais preparados para a escolha de suas carreiras. Assim teremos os dois instrumentos. Pretendemos comparar resultados e saber se o video surtiu algum efeito e qual foi esse efeito.
Publico alvo - Alunos do ensino médio, de primeiro a terceiro ano, porem dando maior importância ao terceiro ano por serem eles que estão prestes a prestar vestibular.
Grupo: n° USP: Cauê Leonel 5640038 Cláudio Fernandes da Silva Filho 7158472 Felipe Cavaleiro Santos Silva 4138794 Mariana dos Santos Guimarães 7157874 Richard Leonardo Dias Ale 7158051 Thais Tavares dos Santos 7158808
Introdução: Faremos uma intervenção de modo a descobrir os fatores que levam os alunos a não gostarem de matemática ou a terem um receio para com essa matéria. Tentaremos focar temas, em especial os que os alunos sentem mais dificuldade, de forma a aplicar recursos que facilitem o ensaio e tornem a matéria agradável, assim encontrando uma forma de tirar esse “terror” que os alunos têm para com a matéria.
Objetivo:
• Identificar as dificuldades na matemática e os porquês do “terror” a ela.
• Focar no estudo na geometria. Vamos aplicar estratégias que facilitem o entendimento a matéria para que sejam quebrados certos paradigmas em relação ao gostar da matemática.
Estratégias:
• Fazer uma pesquisa com o público-alvo, uma antes da intervenção e outra após, para assim podermos avaliar o processo e, para ter uma maior interação e aceitação dos alunos para com o grupo.
• Serão utilizados recursos práticos para demostrar aplicações e tentar tornar a aula mais interessante.
• A aplicação será feita com o grupo todo.
Público – Alvo: • Uma turma da 6ª série / 7° ano.
Grupo: Josiane 1.
Introdução Quando se trabalha com ciência é essencial despertar o interesse do aluno pela investigação dos fenômenos, para isso é preciso que atividades experimentais sejam desenvolvidas em sala de aula. Na cidade de São Paulo são raras as escolas Públicas que têm laboratórios, sendo esse fato utilizado muitas vezes como justificativa para a típica aula GLS (giz, lousa e saliva). Esse tipo de aula dá ao aluno uma visão deturpada da ciência. Por exemplo: em uma aula de Física em que o professor só dá formulas e exercícios de aplicação das mesmas, o aluno não conhecerá o lado conceitual , histórico, filosófico e experimental da Física; sendo essas partes, na minha opinião, as mais interessantes.
2. Objetivo Este trabalho tem como objetivo demonstrar e aplicar experimentos simples de Física a alunos da escola pública, usando materiais de baixo custo, recicláveis e sucatas.
3. Estratégias Montar um mini-curso de 3 horas
• Escolher um tema que desperte o interesse e esteja presente no cotidiano dos alunos.
• Desenvolver um roteiro das atividades experimentais
• Preparar o material a ser utilizado nos experimentos Divulgar o mini-curso Aplicar o mini-curso Avaliar o mini-curso
4. Público Alvo Para a participação no mini-curso não vejo a necessidade de pré requisito, sendo assim ele pode ser aplicado para alunos do 1º, 2º e 3º do ensino médio.
Grupo: Clara Rimkus - n. USP: 6830205 Iamara de A. Nepomuceno - n. USP: 6890102 Waldemar Prado Amado Ferreira da Silva - n. USP: 3120351 Priscila Maria Ribeiro - n. USP: 6438378 Leandro Ribeiro Costa - n. USP: 6798082 Luciana S. Nomoto - n. USP: 6706982 Vera Carneiro B. Oliveira - n. USP: 1666989
1) Introdução: Problemas e dificuldades causados pelo espaço físico (disposição das carteiras, lousa, etc.) no Plantão de Dúvidas.
2) Objetivo: Facilitar, criar e estimular o sistema de monitoria entre alunos, integrar os participantes, provocar discussões e dividir o tempo dos monitores da melhor forma possível.
3)Estratégias: aplicação de questionário sobre a qualidade do Plantão de Dúvidas, a alunos e monitores; modificação da disposição das carteiras do salão de eventos.
4 )Público-alvo: alunos do Ensino Médio.
Grupo: Daniela Roque Monica Pinhaes Balgeum Song Caio Chaves Lais Silva Oliveira Graciele Ribeiro Souza Juliana Ap. Silva
Introdução: Tendo em vista que a indisciplina é um grande obstáculo para um bom andamento da aula e que por consequência influencia no aprendizado do aluno, mudaremos o espaço físico da sala de aula para ver se há um melhor aproveitamento por parte dos alunos.
Objetivo: Ver como uma melhor distribuição das carteiras e mesa do professor em uma sala de aula influencia no comportamento dos alunos. Nosso objetivo é melhorar a indisciplina dos alunos para um melhor aproveitamento da aula. Acreditamos que acabando com a turma do "fundão" e aumentando o contato com o professor o interesse dos alunos possa aumentar.
Estratégia: Estaremos observando o comportamento de 4 salas de aula, nas quais:
1) a primeira sala não sofrerá alteração;
2) a segunda sala terá suas carteiras modificadas para a forma U e a mesa do professor para a ficar no fundo da sala. A disposição dos alunos se dará de forma intercalada menino-menina;
3) a terceira sala terá a mesma disposição da segunda. A única diferença será a disposição dos alunos que será por ordem de tamanho;
4) a quarta sala terá a mesma disposição das duas anteriores, sendo que o mapeamento dos alunos será a critério do professor.
Público-alvo: alunos do Fundamental II.
A seguir, divulgo as Propostas elaboradas em aula no dia 6 de abril.
Um abraço
Diana
Grupo: Akimi Kokanj Kochi - nº usp 7157832 Anna Brunetti Bessa - nº usp 7157978 Bruno Mascaro - nº usp 7157807 Daniel Takahashi - nº usp 7158148 Rodrigo Correa - nº usp 5897424 Valter Scheffer Regensteiner - nº usp 7157940
Introdução - Muitos alunos não tem idéia do que enocontraram na faculdade. Até sabem qual profissão querem mas não tem noção do que seus cursos irão apresentar A eles, portanto elaboramos esse trabalho.
Objetivo - Temos como objetivo esclarecer a realidade do que o aluno encontrará dentro do seu curso, desde as matérias, professores até aquilo que eles podem encontrar e que eles não esperavam.
Estratégia - Para executar essa proposta pretendemos realizar com os alunos três encontros.
1º encontro: Em sala de aula, iremos em cada sala realizando uma pesquisa escrita/diagnóstico com os alunos do terceiro ano do ensino médio, perguntando sobre qual curso eles desejam fazer, porque da escolha desses cursos e o que eles esperam encontrar neles. Baseados nos dados dos cursos mais desejados pelos alunos vamos elaborar um video, que talvez seja dividido em três dependendo do tempo. Faremos video entrevistas com alunos que estão nos primeiros anos da faculdade, dos cursos mais recorrentes, para esclarecer quais são as dificuldades, as curiosidades sobre cada curso. Os alunos entrevistados falaram sobre o que eles queriam fazer, como eles imaginavam o curso e o que foi que encontraram e como pensam agora.
2ºencontro: Pretendemos reunir no auditorio os alunos do terceiro ano do ensino médio, principalmente, mas se houver a possibilidade de colocar os de segundo e primeiro também seria bastante interessante. Vamos passar esse video e responder as perguntas dos alunos, visando principalmente instigar a curiosidade deles quanto ao curso desejado.
3º encontro: Nos iremos fazer uma avaliação escrita, com os alunos do terceiro ano do ensino médio, para saber o que eles pensam agora, se algo mudou, se ajudamos a esclarecer duvidas sobre o curso e se eles se sentem mais preparados para a escolha de suas carreiras. Assim teremos os dois instrumentos. Pretendemos comparar resultados e saber se o video surtiu algum efeito e qual foi esse efeito.
Publico alvo - Alunos do ensino médio, de primeiro a terceiro ano, porem dando maior importância ao terceiro ano por serem eles que estão prestes a prestar vestibular.
Grupo: n° USP: Cauê Leonel 5640038 Cláudio Fernandes da Silva Filho 7158472 Felipe Cavaleiro Santos Silva 4138794 Mariana dos Santos Guimarães 7157874 Richard Leonardo Dias Ale 7158051 Thais Tavares dos Santos 7158808
Introdução: Faremos uma intervenção de modo a descobrir os fatores que levam os alunos a não gostarem de matemática ou a terem um receio para com essa matéria. Tentaremos focar temas, em especial os que os alunos sentem mais dificuldade, de forma a aplicar recursos que facilitem o ensaio e tornem a matéria agradável, assim encontrando uma forma de tirar esse “terror” que os alunos têm para com a matéria.
Objetivo:
• Identificar as dificuldades na matemática e os porquês do “terror” a ela.
• Focar no estudo na geometria. Vamos aplicar estratégias que facilitem o entendimento a matéria para que sejam quebrados certos paradigmas em relação ao gostar da matemática.
Estratégias:
• Fazer uma pesquisa com o público-alvo, uma antes da intervenção e outra após, para assim podermos avaliar o processo e, para ter uma maior interação e aceitação dos alunos para com o grupo.
• Serão utilizados recursos práticos para demostrar aplicações e tentar tornar a aula mais interessante.
• A aplicação será feita com o grupo todo.
Público – Alvo: • Uma turma da 6ª série / 7° ano.
Grupo: Josiane 1.
Introdução Quando se trabalha com ciência é essencial despertar o interesse do aluno pela investigação dos fenômenos, para isso é preciso que atividades experimentais sejam desenvolvidas em sala de aula. Na cidade de São Paulo são raras as escolas Públicas que têm laboratórios, sendo esse fato utilizado muitas vezes como justificativa para a típica aula GLS (giz, lousa e saliva). Esse tipo de aula dá ao aluno uma visão deturpada da ciência. Por exemplo: em uma aula de Física em que o professor só dá formulas e exercícios de aplicação das mesmas, o aluno não conhecerá o lado conceitual , histórico, filosófico e experimental da Física; sendo essas partes, na minha opinião, as mais interessantes.
2. Objetivo Este trabalho tem como objetivo demonstrar e aplicar experimentos simples de Física a alunos da escola pública, usando materiais de baixo custo, recicláveis e sucatas.
3. Estratégias Montar um mini-curso de 3 horas
• Escolher um tema que desperte o interesse e esteja presente no cotidiano dos alunos.
• Desenvolver um roteiro das atividades experimentais
• Preparar o material a ser utilizado nos experimentos Divulgar o mini-curso Aplicar o mini-curso Avaliar o mini-curso
4. Público Alvo Para a participação no mini-curso não vejo a necessidade de pré requisito, sendo assim ele pode ser aplicado para alunos do 1º, 2º e 3º do ensino médio.
Grupo: Clara Rimkus - n. USP: 6830205 Iamara de A. Nepomuceno - n. USP: 6890102 Waldemar Prado Amado Ferreira da Silva - n. USP: 3120351 Priscila Maria Ribeiro - n. USP: 6438378 Leandro Ribeiro Costa - n. USP: 6798082 Luciana S. Nomoto - n. USP: 6706982 Vera Carneiro B. Oliveira - n. USP: 1666989
1) Introdução: Problemas e dificuldades causados pelo espaço físico (disposição das carteiras, lousa, etc.) no Plantão de Dúvidas.
2) Objetivo: Facilitar, criar e estimular o sistema de monitoria entre alunos, integrar os participantes, provocar discussões e dividir o tempo dos monitores da melhor forma possível.
3)Estratégias: aplicação de questionário sobre a qualidade do Plantão de Dúvidas, a alunos e monitores; modificação da disposição das carteiras do salão de eventos.
4 )Público-alvo: alunos do Ensino Médio.
Grupo: Daniela Roque Monica Pinhaes Balgeum Song Caio Chaves Lais Silva Oliveira Graciele Ribeiro Souza Juliana Ap. Silva
Introdução: Tendo em vista que a indisciplina é um grande obstáculo para um bom andamento da aula e que por consequência influencia no aprendizado do aluno, mudaremos o espaço físico da sala de aula para ver se há um melhor aproveitamento por parte dos alunos.
Objetivo: Ver como uma melhor distribuição das carteiras e mesa do professor em uma sala de aula influencia no comportamento dos alunos. Nosso objetivo é melhorar a indisciplina dos alunos para um melhor aproveitamento da aula. Acreditamos que acabando com a turma do "fundão" e aumentando o contato com o professor o interesse dos alunos possa aumentar.
Estratégia: Estaremos observando o comportamento de 4 salas de aula, nas quais:
1) a primeira sala não sofrerá alteração;
2) a segunda sala terá suas carteiras modificadas para a forma U e a mesa do professor para a ficar no fundo da sala. A disposição dos alunos se dará de forma intercalada menino-menina;
3) a terceira sala terá a mesma disposição da segunda. A única diferença será a disposição dos alunos que será por ordem de tamanho;
4) a quarta sala terá a mesma disposição das duas anteriores, sendo que o mapeamento dos alunos será a critério do professor.
Público-alvo: alunos do Fundamental II.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Proposta Coletiva
Pessoal No nosso próximo encontro, estaremos elaborando em grupo as Propostas Coletivas de Intervenção. Ela se compõe dos seguintes itens: a) Introdução b) Objetivos c) Estratégias d) Público-alvo As Propostas Coletivas são o primeiro passo da construção do trabalho final. Este, além de conter as informações acima, deverá trazer como itens: e) Desenvolvimento f) Avaliação Explicarei melhor a atividade em sala de aula. Um abraço e até quarta-feira, Diana
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