Pessoal
Na próxima aula, dia 8 de junho, a Renata irá levar um pequeno texto para leitura em classe que será a base do trabalho coletivo 8. Peço que no dia 15 de junho, levem a ficha de leitura do texto do Daniel Thin indicado no cronograma do curso e entreguem à Renata. A ficha será contabilizada como o trabalho individual 6.
Qualquer dúvida, escrevam para mim.
Um abraço
Diana
Este é o blog da disciplina Introdução aos Estudos da Educação (enfoque histórico), oferecida na Faculdade de Educação (USP), nas segundas-feiras, por Diana Gonçalves Vidal. Para entrar em contato comigo, por favor usem o email institucional: dvidal@usp.br.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Proposta Coletiva Unidade III
Grupo:
Giulia Lima
Clara Devus
Introdução:
A partir de uma mudança física das carteiras do salão de eventos do Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo, nossa proposta de intervenção visa modificar o espaço e seus objetos constituintes para que a qualidade de estudo dos alunos freqüentadores do Plantão de Dúvidas seja maior, obtendo uma conseqüente melhora no relacionamento interpessoal existente entre monitores e alunos, e entre os últimos.
Objetivos:
Otimizar o trabalho dos monitores, estimular a interação entre alunos, reduzir o tumulto no salão de eventos em semanas de provas, quando o número de alunos aumenta consideravelmente.
Estratégia:
No lugar da substituição total das carteiras individuais e móveis usadas pelo colégio, acrescentamos algumas unidades de mesas redondas e retangulares que proporcionassem tanto a possibilidade de uma produção em grupo quanto a opção do estudo individual.
Público alvo:
Alunos do Ensino Médio e, e menor quantidade, alunos do Ensino Fundamental II.
Desenvolvimento:
Ao adicionar as novas opções de mesas, fica perceptível a preferência dos alunos pelas mesas redondas, as quais possibilitam melhor interação entre os mesmos, além disso, uma mobilização dos alunos para modificar a disposição das carteiras móveis foi significativa.
Avaliação:
Foi possível notar a quase total adesão dos alunos à nova estrutura proposta. As novas mesas foram imediatamente preenchidas por pequenos grupos de alunos. Em seguida, com orientação dos monitores, foi possível agrupá-los segundo as dúvidas mais freqüentes, facilitando a ação dos monitores e fazendo com que o ambiente de estudo se tornasse muito harmonioso.
Grupo:
Luciana Nomoto
Florindo Novaes
Vera Oliveira
Leandro Ribeiro
Waldemar Silva
Luisa Santos
Priscila Ribeiro
Iamara Nepomuceno
Introdução:
Identificando a baixa utilização da sala de leitura pelas turmas do primeiro ano do ensino médio da Escola Estadual Andronico de Mello, propusemos uma intervenção.
Objetivos:
Através de uma proposta e montar um pequeno texto, queremos incentivar o uso da sala de aula de leitura, sugerindo que os alunos busquem nela assuntos que sejam do interesse deles.
Estratégia:
Entrega de questionário
Primeiro encontro: introduzir para os alunos a proposta; conversar sobre o questionário previamente entregue; divisão de grupos por temas.
Público alvo:
Alunos das salas 1ºE e 1ºB da Escola Estadual Andronico de Mello.
Grupo:
Cauê Líscia Leonel
Exercícios de geometria plana tratados com a visão da geometria analítica
Na escola, a geometria não é tratada com tanta importância na área matemática, sendo que, os temas são “jogados” aos alunos ao longo do ensino fundamental e médio.
O trabalho que eu realizei com os alunos da escola Brasil-Japão teve como princípio desmitificar a visão separada de geometrias (no caso, a plana da analítica).
A experiência foi fundamental para minha carreira pois pude perceber a deficiência em geometria dos alunos que estão no terceiro ano do ensino Médio. E isso assusta pois a utilização da geometria está no nosso dia-a-dia.
Após fazer os encontros com os alunos, percebi que eles conseguiram “absorver” o conteúdo passado pelo professor e os exercícios elaborados por mim.
O que me deixou feliz foi que um dos alunos disse que, depois dos encontros, fazia sentido o que eles aprenderam de novo na geometria analítica. Essa satisfação desse aluno me fez ver que não fui para a escola à toa ou apenas para fazer o trabalho final dessa matéria, fez-me ver que estou no lugar certo.
Grupo:
Daniela Roque
Balgeum Song
Laís Silva Oliveira
Juliana Aparecida
Carolina Castanheda
Monica Darce
Caio
Gracielly
Nosso projeto de intervenção está sendo feito na EMEI Ceciliano José Ennes, com alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, antiga 1ª série.
No primeiro encontro com o 2º ano C, a dinâmica foi feita em grupo, e a resposta foi bem satisfatória. Já no 2º ano D, não houve dinâmica em grupo, mas sim avaliações individuais e percebemos que como não houve integração entre os alunos, a resposta não foi tão positiva quanto na outra sala.
Para o segundo encontro pretendemos inverter as salas para aplicar a dinâmica em grupo e ver se a resposta positiva se dá ao fato de o 2º ano C ser uma sala mias produtiva ou se realmente a ludicidade ajudou na resposta.
Grupo:
Akimi K. Kochi
Amanda Scotton
Anna Bessa
Bruno Mascaro
Daniel Takahashi
Valter S. R.
Tema: A escolha de carreiras dos alunos de Ensino Médio para o vestibular
Mudanças 1º de Junho:
- Preparatório de Relatório Final
-Discussão do desenvolvimento do projeto
- Complementação de questionário
- Decisão final do local de intervenção
Observação:
Estamos com o projeto em andamento, logo não temos muitas mudanças ainda. Marcamos uma data e, em breve, faremos a intervenção.
Giulia Lima
Clara Devus
Introdução:
A partir de uma mudança física das carteiras do salão de eventos do Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo, nossa proposta de intervenção visa modificar o espaço e seus objetos constituintes para que a qualidade de estudo dos alunos freqüentadores do Plantão de Dúvidas seja maior, obtendo uma conseqüente melhora no relacionamento interpessoal existente entre monitores e alunos, e entre os últimos.
Objetivos:
Otimizar o trabalho dos monitores, estimular a interação entre alunos, reduzir o tumulto no salão de eventos em semanas de provas, quando o número de alunos aumenta consideravelmente.
Estratégia:
No lugar da substituição total das carteiras individuais e móveis usadas pelo colégio, acrescentamos algumas unidades de mesas redondas e retangulares que proporcionassem tanto a possibilidade de uma produção em grupo quanto a opção do estudo individual.
Público alvo:
Alunos do Ensino Médio e, e menor quantidade, alunos do Ensino Fundamental II.
Desenvolvimento:
Ao adicionar as novas opções de mesas, fica perceptível a preferência dos alunos pelas mesas redondas, as quais possibilitam melhor interação entre os mesmos, além disso, uma mobilização dos alunos para modificar a disposição das carteiras móveis foi significativa.
Avaliação:
Foi possível notar a quase total adesão dos alunos à nova estrutura proposta. As novas mesas foram imediatamente preenchidas por pequenos grupos de alunos. Em seguida, com orientação dos monitores, foi possível agrupá-los segundo as dúvidas mais freqüentes, facilitando a ação dos monitores e fazendo com que o ambiente de estudo se tornasse muito harmonioso.
Grupo:
Luciana Nomoto
Florindo Novaes
Vera Oliveira
Leandro Ribeiro
Waldemar Silva
Luisa Santos
Priscila Ribeiro
Iamara Nepomuceno
Introdução:
Identificando a baixa utilização da sala de leitura pelas turmas do primeiro ano do ensino médio da Escola Estadual Andronico de Mello, propusemos uma intervenção.
Objetivos:
Através de uma proposta e montar um pequeno texto, queremos incentivar o uso da sala de aula de leitura, sugerindo que os alunos busquem nela assuntos que sejam do interesse deles.
Estratégia:
Entrega de questionário
Primeiro encontro: introduzir para os alunos a proposta; conversar sobre o questionário previamente entregue; divisão de grupos por temas.
Público alvo:
Alunos das salas 1ºE e 1ºB da Escola Estadual Andronico de Mello.
Grupo:
Cauê Líscia Leonel
Exercícios de geometria plana tratados com a visão da geometria analítica
Na escola, a geometria não é tratada com tanta importância na área matemática, sendo que, os temas são “jogados” aos alunos ao longo do ensino fundamental e médio.
O trabalho que eu realizei com os alunos da escola Brasil-Japão teve como princípio desmitificar a visão separada de geometrias (no caso, a plana da analítica).
A experiência foi fundamental para minha carreira pois pude perceber a deficiência em geometria dos alunos que estão no terceiro ano do ensino Médio. E isso assusta pois a utilização da geometria está no nosso dia-a-dia.
Após fazer os encontros com os alunos, percebi que eles conseguiram “absorver” o conteúdo passado pelo professor e os exercícios elaborados por mim.
O que me deixou feliz foi que um dos alunos disse que, depois dos encontros, fazia sentido o que eles aprenderam de novo na geometria analítica. Essa satisfação desse aluno me fez ver que não fui para a escola à toa ou apenas para fazer o trabalho final dessa matéria, fez-me ver que estou no lugar certo.
Grupo:
Daniela Roque
Balgeum Song
Laís Silva Oliveira
Juliana Aparecida
Carolina Castanheda
Monica Darce
Caio
Gracielly
Nosso projeto de intervenção está sendo feito na EMEI Ceciliano José Ennes, com alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, antiga 1ª série.
No primeiro encontro com o 2º ano C, a dinâmica foi feita em grupo, e a resposta foi bem satisfatória. Já no 2º ano D, não houve dinâmica em grupo, mas sim avaliações individuais e percebemos que como não houve integração entre os alunos, a resposta não foi tão positiva quanto na outra sala.
Para o segundo encontro pretendemos inverter as salas para aplicar a dinâmica em grupo e ver se a resposta positiva se dá ao fato de o 2º ano C ser uma sala mias produtiva ou se realmente a ludicidade ajudou na resposta.
Grupo:
Akimi K. Kochi
Amanda Scotton
Anna Bessa
Bruno Mascaro
Daniel Takahashi
Valter S. R.
Tema: A escolha de carreiras dos alunos de Ensino Médio para o vestibular
Mudanças 1º de Junho:
- Preparatório de Relatório Final
-Discussão do desenvolvimento do projeto
- Complementação de questionário
- Decisão final do local de intervenção
Observação:
Estamos com o projeto em andamento, logo não temos muitas mudanças ainda. Marcamos uma data e, em breve, faremos a intervenção.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Propostas coletivas 2 e 3 (Josiane Martins)
Proposta Coletiva 2
1. INTRODUÇÃO
A imagem que a física passa para muitas pessoas é que ela constituiu uma matéria difícil, chata, cheia de fórmulas e que só os inteligentes entendem. As pessoas não se dão conta que a física está presente no cotidiano delas e que entende-la significa compreender o universo e a natureza. A verdade é que a humanidade sempre teve interesse em desvendar os segredos do universo e entender a lógica que rege a natureza.
2. OBJETIVO
O trabalho aqui apresentado tem como objetivo mudar a concepção dos alunos acerca da Física instigando-os com experimentos e demonstrações simples, visando a promover a construção dos conceitos básicos, de Física, referentes aos conteúdos que serão tratados em um mini-curso. Com essa proposta espera-se que os alunos consigam utilizar os conhecimentos adquiridos em soluções de problemas de seu cotidiano.
3. ESTRATÉGIA
Como estratégia será utilizado:
O lúdico – Mostrar que através da brincadeira e da diversão é possível aprender conceitos abstratos de física, que muitas vezes são utilizados pela indústria do entretenimento para fabricar números de mágicas e de efeito especial, sem recorrer a fórmulas.
O pré requisito – Mostrar que não é necessariamente preciso pré requisito para aprender física, pois já temos conhecimentos adquiridos de diversos fenômenos em decorrência de nossa interação com o mundo natural no dia a dia , esses conhecimentos muitas vezes não apresentam de forma correta, mas sim de uma forma que nos faça sentido e nos dê uma explicação a respeito de certo fenômeno.
O material – Mostrar que materiais recicláveis e de baixo custo podem ser usados como laboratório de aprendizado de Física, uma das intenções é não assustar o aluno com aparato experimental sofisticado e sim apresentar um material comum a ele.
4. PÚBLICO ALVO
O mini-curso está configurado para ter duração de três horas e meia , tendo como público alvo moradores da comunidade Jardim Lapenna e Vila Nair maiores de 14 anos. O espaço que será utilizado para a aplicação do mesmo será uma sala da Escola Estadual Pedro Moreira.
21/05 - Divulgação
28/05 - Divulgação
04/06 – Aplicação do mini-curso
Proposta coletiva 3
1. INTRODUÇÃO
A imagem que a física passa para muitas pessoas é que ela constituiu uma matéria difícil, chata, cheia de fórmulas e que só os inteligentes entendem. As pessoas não se dão conta que a física está presente no cotidiano delas e que entende-la significa compreender o universo e a natureza. A verdade é que a humanidade sempre teve interesse em desvendar os segredos do universo e entender a lógica que rege a natureza.
2. OBJETIVO
O trabalho aqui apresentado tem como objetivo mudar a concepção dos alunos acerca da Física instigando-os com experimentos e demonstrações simples, visando a promover a construção dos conceitos básicos, de Física, referentes aos conteúdos que serão tratados em um mini-curso. Com essa proposta espera-se que os alunos consigam utilizar os conhecimentos adquiridos em soluções de problemas de seu cotidiano.
3. ESTRATÉGIA
Como estratégia será utilizado:
O lúdico – Mostrar que através da brincadeira e da diversão é possível aprender conceitos abstratos de física, que muitas vezes são utilizados pela indústria do entretenimento para fabricar números de mágicas e de efeito especial, sem recorrer a fórmulas.
O pré requisito – Mostrar que não é necessariamente preciso pré requisito para aprender física, pois já temos conhecimentos adquiridos de diversos fenômenos em decorrência de nossa interação com o mundo natural no dia a dia , esses conhecimentos muitas vezes não apresentam de forma correta, mas sim de uma forma que nos faça sentido e nos dê uma explicação a respeito de certo fenômeno.
O material – Mostrar que materiais recicláveis e de baixo custo podem ser usados como laboratório de aprendizado de Física, uma das intenções é não assustar o aluno com aparato experimental sofisticado e sim apresentar um material comum a ele.
4. PÚBLICO ALVO
O mini-curso está configurado para ter duração de três horas e meia , tendo como público alvo moradores da comunidade Jardim Lapenna e Vila Nair maiores de 14 anos. O espaço que será utilizado para a aplicação do mesmo será uma sala da Escola Estadual Pedro Moreira.
21/05 - Divulgação
28/05 - Divulgação
04/06 – Aplicação do mini-curso
5. MINI-CURSO
• Rolando latinha vazia
Material
Latinha de refrigerante vazia; canudinhos; bexiga; régua de acrílico; guardanapos; papel sulfite.
Como realizar a experiência?
1. Posicione uma lata vazia de refrigerante sobre uma superfície plana.
2. Eletrize um canudinho atritando-o com guardanapo ou entre os dedos.
3. Posicione o canudinho eletrizado paralelamente à latinha e afaste o canudinho da latinha lentamente, mantendo-o paralelo à latinha, de modo a puxá-la ao longo da superfície.
4. Repita o procedimento anterior com a regra de acrílico e a bexiga.
5. Explique os fenômenos observados.
• Grudando canudinho na parede
Material
Canudinhos e bexigas, guardanapos, lenços de papel.
Como realizar a experiência?
1. Atrite um canudinho ou uma bexiga com papel bem seco e encoste-o numa parte da parede ou da lousa que esteja bem limpa.
2. Explique o fenômeno.
• Mudando o banco de lugar utilizando apenas a placa.
1. Descubra uma maneira elegante de mudar o banquinho de lugar tocando apenas a placa nele.
2. Descobriu? Explique o fenômeno
• Desafiando a gravidade
Material
Copo contendo água e um pedaço de papel sulfite.
Procedimento
Pressiona-se com a palma da mão o papel em cima da boca do copo; mantendo o papel pressionado vira-se o copo de boca para baixo.
1. Em seguida, cuidadosamente, retire a mão, soltando o papel.
2. Diminua a quantidade de água no interior do copo e refaça a experiência. Explique os dois casos.
• Como funciona o canudo de refresco?
Um canudo de refresco permite tomar com comodidade, um refrigerante.
1. Por que o líquido sobe no interior do canudinho?
2. Experimente tomar um líquido sugando por dois canudinhos ao mesmo tempo, um em contato com o líquido e o outro fora dele. Por que é difícil sugar o líquido desta maneira.
• A pressão exercida pelos líquidos.
Uma maneira de observar a pressão exercida por uma “coluna de líquido” é efetuar orifícios numa garrafa plástica de 2 litros (como as de refrigerante) cheia de água.
Situação 1. Na garrafa são feitos dois orifícios no mesmo nível. Com a boca da garrafa totalmente tampada, a água não escoa pelos orifícios. Retirando-se a tampa a água começa a jorrar pelos dois orifícios.
Situação 2. Uma outra situação curiosa é aquela em que os dois orifícios estão desnivelados. Se tampado a boca da garrafa a água escoa apenas pelo orifício inferior.
1. O que acontece?
• Demonstrações
O professor deve fazer as demonstrações instigando e levantando questões interessantes sobre as mesmas.
Máquina de wimshurst
Nessa demonstração o professor pode explorar o conceito de cargas positivas e negativas, arrepiando o cabelo dos alunos.
Garrafa de Leiden
A garrafa de Leiden é um capacitor, que ao ser tocada em determinada configuração descarrega provocando um choque de alta voltagem, em média 5 mil volts, e de corrente baixa.
Aqui é interessante o professor trabalhar voltagem e corrente, mostrando as diferenças entre as duas, e explicando porque ninguém morreu após tomar um choque de alta voltagem provocado pela garrafa.
Os homens são instáveis
Utilize uma cadeira da sala de aula para fazer um desafio aos alunos, colocando uma cadeira junto a uma parede. Peça que um dos alunos a uma distância de aproximadamente dois pés da parede levante a cadeira sem que ele se curve. A idéia é mostrar que homens e mulheres possuem, na grande maioria das vezes, centro de gravidade diferentes, pois as meninas conseguirão levantar a cadeira enquanto os meninos não.
1. INTRODUÇÃO
A imagem que a física passa para muitas pessoas é que ela constituiu uma matéria difícil, chata, cheia de fórmulas e que só os inteligentes entendem. As pessoas não se dão conta que a física está presente no cotidiano delas e que entende-la significa compreender o universo e a natureza. A verdade é que a humanidade sempre teve interesse em desvendar os segredos do universo e entender a lógica que rege a natureza.
2. OBJETIVO
O trabalho aqui apresentado tem como objetivo mudar a concepção dos alunos acerca da Física instigando-os com experimentos e demonstrações simples, visando a promover a construção dos conceitos básicos, de Física, referentes aos conteúdos que serão tratados em um mini-curso. Com essa proposta espera-se que os alunos consigam utilizar os conhecimentos adquiridos em soluções de problemas de seu cotidiano.
3. ESTRATÉGIA
Como estratégia será utilizado:
O lúdico – Mostrar que através da brincadeira e da diversão é possível aprender conceitos abstratos de física, que muitas vezes são utilizados pela indústria do entretenimento para fabricar números de mágicas e de efeito especial, sem recorrer a fórmulas.
O pré requisito – Mostrar que não é necessariamente preciso pré requisito para aprender física, pois já temos conhecimentos adquiridos de diversos fenômenos em decorrência de nossa interação com o mundo natural no dia a dia , esses conhecimentos muitas vezes não apresentam de forma correta, mas sim de uma forma que nos faça sentido e nos dê uma explicação a respeito de certo fenômeno.
O material – Mostrar que materiais recicláveis e de baixo custo podem ser usados como laboratório de aprendizado de Física, uma das intenções é não assustar o aluno com aparato experimental sofisticado e sim apresentar um material comum a ele.
4. PÚBLICO ALVO
O mini-curso está configurado para ter duração de três horas e meia , tendo como público alvo moradores da comunidade Jardim Lapenna e Vila Nair maiores de 14 anos. O espaço que será utilizado para a aplicação do mesmo será uma sala da Escola Estadual Pedro Moreira.
21/05 - Divulgação
28/05 - Divulgação
04/06 – Aplicação do mini-curso
Proposta coletiva 3
1. INTRODUÇÃO
A imagem que a física passa para muitas pessoas é que ela constituiu uma matéria difícil, chata, cheia de fórmulas e que só os inteligentes entendem. As pessoas não se dão conta que a física está presente no cotidiano delas e que entende-la significa compreender o universo e a natureza. A verdade é que a humanidade sempre teve interesse em desvendar os segredos do universo e entender a lógica que rege a natureza.
2. OBJETIVO
O trabalho aqui apresentado tem como objetivo mudar a concepção dos alunos acerca da Física instigando-os com experimentos e demonstrações simples, visando a promover a construção dos conceitos básicos, de Física, referentes aos conteúdos que serão tratados em um mini-curso. Com essa proposta espera-se que os alunos consigam utilizar os conhecimentos adquiridos em soluções de problemas de seu cotidiano.
3. ESTRATÉGIA
Como estratégia será utilizado:
O lúdico – Mostrar que através da brincadeira e da diversão é possível aprender conceitos abstratos de física, que muitas vezes são utilizados pela indústria do entretenimento para fabricar números de mágicas e de efeito especial, sem recorrer a fórmulas.
O pré requisito – Mostrar que não é necessariamente preciso pré requisito para aprender física, pois já temos conhecimentos adquiridos de diversos fenômenos em decorrência de nossa interação com o mundo natural no dia a dia , esses conhecimentos muitas vezes não apresentam de forma correta, mas sim de uma forma que nos faça sentido e nos dê uma explicação a respeito de certo fenômeno.
O material – Mostrar que materiais recicláveis e de baixo custo podem ser usados como laboratório de aprendizado de Física, uma das intenções é não assustar o aluno com aparato experimental sofisticado e sim apresentar um material comum a ele.
4. PÚBLICO ALVO
O mini-curso está configurado para ter duração de três horas e meia , tendo como público alvo moradores da comunidade Jardim Lapenna e Vila Nair maiores de 14 anos. O espaço que será utilizado para a aplicação do mesmo será uma sala da Escola Estadual Pedro Moreira.
21/05 - Divulgação
28/05 - Divulgação
04/06 – Aplicação do mini-curso
5. MINI-CURSO
• Rolando latinha vazia
Material
Latinha de refrigerante vazia; canudinhos; bexiga; régua de acrílico; guardanapos; papel sulfite.
Como realizar a experiência?
1. Posicione uma lata vazia de refrigerante sobre uma superfície plana.
2. Eletrize um canudinho atritando-o com guardanapo ou entre os dedos.
3. Posicione o canudinho eletrizado paralelamente à latinha e afaste o canudinho da latinha lentamente, mantendo-o paralelo à latinha, de modo a puxá-la ao longo da superfície.
4. Repita o procedimento anterior com a regra de acrílico e a bexiga.
5. Explique os fenômenos observados.
• Grudando canudinho na parede
Material
Canudinhos e bexigas, guardanapos, lenços de papel.
Como realizar a experiência?
1. Atrite um canudinho ou uma bexiga com papel bem seco e encoste-o numa parte da parede ou da lousa que esteja bem limpa.
2. Explique o fenômeno.
• Mudando o banco de lugar utilizando apenas a placa.
1. Descubra uma maneira elegante de mudar o banquinho de lugar tocando apenas a placa nele.
2. Descobriu? Explique o fenômeno
• Desafiando a gravidade
Material
Copo contendo água e um pedaço de papel sulfite.
Procedimento
Pressiona-se com a palma da mão o papel em cima da boca do copo; mantendo o papel pressionado vira-se o copo de boca para baixo.
1. Em seguida, cuidadosamente, retire a mão, soltando o papel.
2. Diminua a quantidade de água no interior do copo e refaça a experiência. Explique os dois casos.
• Como funciona o canudo de refresco?
Um canudo de refresco permite tomar com comodidade, um refrigerante.
1. Por que o líquido sobe no interior do canudinho?
2. Experimente tomar um líquido sugando por dois canudinhos ao mesmo tempo, um em contato com o líquido e o outro fora dele. Por que é difícil sugar o líquido desta maneira.
• A pressão exercida pelos líquidos.
Uma maneira de observar a pressão exercida por uma “coluna de líquido” é efetuar orifícios numa garrafa plástica de 2 litros (como as de refrigerante) cheia de água.
Situação 1. Na garrafa são feitos dois orifícios no mesmo nível. Com a boca da garrafa totalmente tampada, a água não escoa pelos orifícios. Retirando-se a tampa a água começa a jorrar pelos dois orifícios.
Situação 2. Uma outra situação curiosa é aquela em que os dois orifícios estão desnivelados. Se tampado a boca da garrafa a água escoa apenas pelo orifício inferior.
1. O que acontece?
• Demonstrações
O professor deve fazer as demonstrações instigando e levantando questões interessantes sobre as mesmas.
Máquina de wimshurst
Nessa demonstração o professor pode explorar o conceito de cargas positivas e negativas, arrepiando o cabelo dos alunos.
Garrafa de Leiden
A garrafa de Leiden é um capacitor, que ao ser tocada em determinada configuração descarrega provocando um choque de alta voltagem, em média 5 mil volts, e de corrente baixa.
Aqui é interessante o professor trabalhar voltagem e corrente, mostrando as diferenças entre as duas, e explicando porque ninguém morreu após tomar um choque de alta voltagem provocado pela garrafa.
Os homens são instáveis
Utilize uma cadeira da sala de aula para fazer um desafio aos alunos, colocando uma cadeira junto a uma parede. Peça que um dos alunos a uma distância de aproximadamente dois pés da parede levante a cadeira sem que ele se curve. A idéia é mostrar que homens e mulheres possuem, na grande maioria das vezes, centro de gravidade diferentes, pois as meninas conseguirão levantar a cadeira enquanto os meninos não.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Para debater educação
Pessoal
Recebi o link deste video no youtube e confesso que fiquei emocionada com a fala da professora Amanda Gurgel. Por isso, compartilho com vocês.
http://www.youtube.com/watch?v=7iJ0NQziMrc&feature=player_embedded
Um beijo
Diana
Recebi o link deste video no youtube e confesso que fiquei emocionada com a fala da professora Amanda Gurgel. Por isso, compartilho com vocês.
http://www.youtube.com/watch?v=7iJ0NQziMrc&feature=player_embedded
Um beijo
Diana
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Aula do dia 18 de maio
Pessoal,
Lembro a todos que nesse dia estarei participando do VI Congresso Brasileiro de História da Educação. Por este motivo não teremos aula.
Um beijo
Diana
Lembro a todos que nesse dia estarei participando do VI Congresso Brasileiro de História da Educação. Por este motivo não teremos aula.
Um beijo
Diana
Popostas coletivas II
Grupo:
Carolina Castanhedo Moura
Laís Silva Oliveira
Mônica Pinhaes
Gracielle Souza
Juliana Silva
Daniela Roqu
Caio Chaves
Balgeum Song
Introdução:
Nosso grupo pretende verificar a hipótese de que a dinâmica e o espaço escolar interferem diretamente na absorção do conteúdo pelos alunos. Acreditamos que uma dinâmica em que há uma maior interação entre os alunos e um caráter mais lúdico apresenta um melhor resultado na fixação dos conteúdos.
Objetivos:
A proposta de intervenção procura verificar a interferência do espaço escolar e da dinâmica de aula na absorção, por parte dos alunos, do conteúdo proposto.
Estratégia:
Pretendemos propor em uma mesma escola, com crianças da mesma faixa etária e série, a aplicação de duas dinâmicas diferentes quanto à forma de aplicação e à organização do espaço escolar e iguais em relação ao conteúdo e aos elementos envolvidos.
Público alvo:
Alunos do segundo ano do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino com idade entre 7 e 8 anos.
Grupo:
Clara Devus
Giulia Lima
Introdução:
Nota-se pelas aulas de produção textual dos alunos do Fundamental II grande dificuldade na organização do enredo, verossimilhança, coerência e coesão. A partir de atividades que visem desenvolver as habilidades narrativas primárias, acompanhamento e correções, os alunos irão produzir textos de natureza oral a fim de reproduzi-los para os alunos do Infantil e Fundamental I.
Objetivos:
Melhorar e estimular a produção textual, estabelecer um relacionamento construtivo entre alunos de diferentes faixas etárias, trabalhar tipos variados de textos de forma lúdica.
Estratégia:
A princípio, sugerimos cinco encontros, porém há a possibilidade de flexibilidade dependendo do progresso dos alunos. Os primeiros encontros serão destinados ao trabalho da narrativa oral a partir de brincadeiras de construção coletiva de histórias, de descrição de elementos familiares e de compartilhamento de experiências. Nos encontros finais os alunos irão iniciar o processo de transmissão de oralidade para escrita na forma que se sentirem mais à vontade (conto, poema, fábula, narrativa de terror, etc.), em grupos ou individualmente. Após a conclusão desta etapa, iniciaremos as apresentações para os alunos do Infantil e Fundamental I, promovendo a interação e a fixação de conteúdo.
Público-alvo:
Alunos do ensino Fundamental II (produtores) e Fundamental I e Infantil (receptores).
Grupo:
Cauê Leonel
Introdução:
Uma das ferramentas de grande importância aprendida por alunos do 3º ano do Ensino Médio é a geometria analítica. Porém, os alunos ficam presos somente aos exercícios envolvendo plano cartesiano e muitas vezes esquecem (ou não sabem) que esse conteúdo pode ser utilizado para resolver problemas de geometria plana.
Objetivos:
Após os alunos já terem aprendido geometria analítica, o objetivo principal das intervenções é que os alunos envolvidos estejam cientes que a geometria é ampla e que ela não fica subdividida em temas (geometria plana, analítica, de posição, espacial, entre outras).
Estratégia:
Para tal proposta, iniciei pensando em cinco intervenções:
I)Apresentação para a turma, comentando brevemente o assunto que vamos conversar durante as próximas quatro intervenções
II)Revisão dos conceitos básicos da geometria
III)Atividade giagnóstica (2 exercícios simples para entrega e verificação inicial da turma)
IV)Atividade principal (3 exercícios de “geometria plana”)
V) Finalização do projeto/Feedback doa alunos
Público-alvo:
Alunos do 3º ano do Ensino Médio
Grupo:
Luisa Lemes
Iamara de Almeida
Luciana Nomoto
Leandro Bastos
Florindo Novaes
Waldemar Silva
Priscila Ribeiro
Introdução:
Na EE Andrônico de Melo existe uma sala de leitura. Os professores do colégio verificaram que ela é pouco utilizada pelos alunos.
Objetivos:
Verificar, em duas classes, a freqüência de uso da sala de leitura, com o objetivo de estimular os alunos a freqüentá-la mais.
Estratégia:
Elaboração e aplicação de questionário diagnóstico; aplicação das propostas de incentivo de uso da sala de leitura (elaborados a partir do diagnóstico); aplicação de questionários para verificação da intervenção.
Público-alvo:
Alunos do 1º ano do Ensino Médio.
Grupo:
Akimi Kochi
Anna Bessa
Bruno Mascaro
Daniel Takahashi
Valter Regensteiner
Proposta:
Vídeos falando sobre os cursos para as carreiras desejadas, para esclarecer dúvidas sobre o que eles vão encontrar em cada curso.
Serão três visitas ao colégio:
1ª visita:
Questionário em sala de aula, somente para os terceiros anos, explicando parte do projeto.
2ª visita:
Será a apresentação do vídeo, no auditório, se possível para todo o Ensino Médio.
Os vídeos serão divididos por áreas (Humanas, Exatas, Biológicas). Cada vídeo terá de 10 a 20 minutos e entre eles haverá um intervalo de 5 a 10 minutos. Os vídeos irão conter alunos que estão se graduando nos seus cursos e também alunos que deisitiram falando o porquê desistiram e o que foram fazer depois.
3ª visita:
Será um novo questionário e ainda levaremos alguns dos alunos que gravaram os vídeos para responderem questões específicas das carreiras. Se possível, essa atividade será feita no auditório. O novo questionário terá algumas perguntas iguais às perguntas do primeiro e outras mais voltadas para o que eles viram ou acharam dos vídeos.
Grupo:
Victor Ronchim
Richard Dias
Mariana Guimarães
Thaís Santos
Victor Soler
Beatriz Lima
Rodrigo Oliveira
Felipe Silva
Claudio Filho
Introdução:
Nosso projeto visa trabalhar geometria com os alunos do Fundamental II de escola particular de um modo diferenciado, focado no Teorema de Pitágoras. A proposta consiste na utilização de materiais didáticos para o aprendizado do conteúdo.
Objetivos:
Pretendemos com esse projeto otimizar o aprendizado do Teorema de Pitágoras através de um processo lúdico da enunciação do teorema, assim como integrar a sala devido ao trabalho em grupos.
Estratégia:
Para iniciar o aprendizado do teorema, os alunos serão orientados a formarem grupos para a construção do catetóide (imagem).
Após a construção do catetóide, perguntaremos se a soma dos quadrados menores é igual ao quadrado maior sempre.
Os alunos desenharão catetóides individuais, que servirão de fichamento da matéria, para responderem à pergunta. Após isso, o teorema será demonstrado de forma lúdica e aplicado exercícios.
Público-alvo:
Esta proposta tem como público-alvo alunos do Ensino fundamental II, 8º e 9º anos, de escola particular ou pública.
Carolina Castanhedo Moura
Laís Silva Oliveira
Mônica Pinhaes
Gracielle Souza
Juliana Silva
Daniela Roqu
Caio Chaves
Balgeum Song
Introdução:
Nosso grupo pretende verificar a hipótese de que a dinâmica e o espaço escolar interferem diretamente na absorção do conteúdo pelos alunos. Acreditamos que uma dinâmica em que há uma maior interação entre os alunos e um caráter mais lúdico apresenta um melhor resultado na fixação dos conteúdos.
Objetivos:
A proposta de intervenção procura verificar a interferência do espaço escolar e da dinâmica de aula na absorção, por parte dos alunos, do conteúdo proposto.
Estratégia:
Pretendemos propor em uma mesma escola, com crianças da mesma faixa etária e série, a aplicação de duas dinâmicas diferentes quanto à forma de aplicação e à organização do espaço escolar e iguais em relação ao conteúdo e aos elementos envolvidos.
Público alvo:
Alunos do segundo ano do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino com idade entre 7 e 8 anos.
Grupo:
Clara Devus
Giulia Lima
Introdução:
Nota-se pelas aulas de produção textual dos alunos do Fundamental II grande dificuldade na organização do enredo, verossimilhança, coerência e coesão. A partir de atividades que visem desenvolver as habilidades narrativas primárias, acompanhamento e correções, os alunos irão produzir textos de natureza oral a fim de reproduzi-los para os alunos do Infantil e Fundamental I.
Objetivos:
Melhorar e estimular a produção textual, estabelecer um relacionamento construtivo entre alunos de diferentes faixas etárias, trabalhar tipos variados de textos de forma lúdica.
Estratégia:
A princípio, sugerimos cinco encontros, porém há a possibilidade de flexibilidade dependendo do progresso dos alunos. Os primeiros encontros serão destinados ao trabalho da narrativa oral a partir de brincadeiras de construção coletiva de histórias, de descrição de elementos familiares e de compartilhamento de experiências. Nos encontros finais os alunos irão iniciar o processo de transmissão de oralidade para escrita na forma que se sentirem mais à vontade (conto, poema, fábula, narrativa de terror, etc.), em grupos ou individualmente. Após a conclusão desta etapa, iniciaremos as apresentações para os alunos do Infantil e Fundamental I, promovendo a interação e a fixação de conteúdo.
Público-alvo:
Alunos do ensino Fundamental II (produtores) e Fundamental I e Infantil (receptores).
Grupo:
Cauê Leonel
Introdução:
Uma das ferramentas de grande importância aprendida por alunos do 3º ano do Ensino Médio é a geometria analítica. Porém, os alunos ficam presos somente aos exercícios envolvendo plano cartesiano e muitas vezes esquecem (ou não sabem) que esse conteúdo pode ser utilizado para resolver problemas de geometria plana.
Objetivos:
Após os alunos já terem aprendido geometria analítica, o objetivo principal das intervenções é que os alunos envolvidos estejam cientes que a geometria é ampla e que ela não fica subdividida em temas (geometria plana, analítica, de posição, espacial, entre outras).
Estratégia:
Para tal proposta, iniciei pensando em cinco intervenções:
I)Apresentação para a turma, comentando brevemente o assunto que vamos conversar durante as próximas quatro intervenções
II)Revisão dos conceitos básicos da geometria
III)Atividade giagnóstica (2 exercícios simples para entrega e verificação inicial da turma)
IV)Atividade principal (3 exercícios de “geometria plana”)
V) Finalização do projeto/Feedback doa alunos
Público-alvo:
Alunos do 3º ano do Ensino Médio
Grupo:
Luisa Lemes
Iamara de Almeida
Luciana Nomoto
Leandro Bastos
Florindo Novaes
Waldemar Silva
Priscila Ribeiro
Introdução:
Na EE Andrônico de Melo existe uma sala de leitura. Os professores do colégio verificaram que ela é pouco utilizada pelos alunos.
Objetivos:
Verificar, em duas classes, a freqüência de uso da sala de leitura, com o objetivo de estimular os alunos a freqüentá-la mais.
Estratégia:
Elaboração e aplicação de questionário diagnóstico; aplicação das propostas de incentivo de uso da sala de leitura (elaborados a partir do diagnóstico); aplicação de questionários para verificação da intervenção.
Público-alvo:
Alunos do 1º ano do Ensino Médio.
Grupo:
Akimi Kochi
Anna Bessa
Bruno Mascaro
Daniel Takahashi
Valter Regensteiner
Proposta:
Vídeos falando sobre os cursos para as carreiras desejadas, para esclarecer dúvidas sobre o que eles vão encontrar em cada curso.
Serão três visitas ao colégio:
1ª visita:
Questionário em sala de aula, somente para os terceiros anos, explicando parte do projeto.
2ª visita:
Será a apresentação do vídeo, no auditório, se possível para todo o Ensino Médio.
Os vídeos serão divididos por áreas (Humanas, Exatas, Biológicas). Cada vídeo terá de 10 a 20 minutos e entre eles haverá um intervalo de 5 a 10 minutos. Os vídeos irão conter alunos que estão se graduando nos seus cursos e também alunos que deisitiram falando o porquê desistiram e o que foram fazer depois.
3ª visita:
Será um novo questionário e ainda levaremos alguns dos alunos que gravaram os vídeos para responderem questões específicas das carreiras. Se possível, essa atividade será feita no auditório. O novo questionário terá algumas perguntas iguais às perguntas do primeiro e outras mais voltadas para o que eles viram ou acharam dos vídeos.
Grupo:
Victor Ronchim
Richard Dias
Mariana Guimarães
Thaís Santos
Victor Soler
Beatriz Lima
Rodrigo Oliveira
Felipe Silva
Claudio Filho
Introdução:
Nosso projeto visa trabalhar geometria com os alunos do Fundamental II de escola particular de um modo diferenciado, focado no Teorema de Pitágoras. A proposta consiste na utilização de materiais didáticos para o aprendizado do conteúdo.
Objetivos:
Pretendemos com esse projeto otimizar o aprendizado do Teorema de Pitágoras através de um processo lúdico da enunciação do teorema, assim como integrar a sala devido ao trabalho em grupos.
Estratégia:
Para iniciar o aprendizado do teorema, os alunos serão orientados a formarem grupos para a construção do catetóide (imagem).
Após a construção do catetóide, perguntaremos se a soma dos quadrados menores é igual ao quadrado maior sempre.
Os alunos desenharão catetóides individuais, que servirão de fichamento da matéria, para responderem à pergunta. Após isso, o teorema será demonstrado de forma lúdica e aplicado exercícios.
Público-alvo:
Esta proposta tem como público-alvo alunos do Ensino fundamental II, 8º e 9º anos, de escola particular ou pública.
domingo, 1 de maio de 2011
Educadores Brasileiros
Anisio Teixeira
12/07/1900 – Anísio Teixeira nasce em Caitité/BA. Filho de Deucleciano Pires Teixeira e Ana Maria Espínola Teixeira.
Em Caitité Anísio faz o curso primário no Colégio São Luís, que era da Ordem dos Jesuítas.
Em Salvador, estuda no Colégio Antônio Vieira, em regime de internato e pensa em entrar para Companhia de Jesus, o que não se concretizou.
1922 – Formou-se, em 1922, na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Direito da UFRJ), dois anos depois foi nomeado pelo Governador Góes Calmon Inspetor Geral de Ensino da Bahia - cargo equivalente hoje ao de Secretário da Educação.
1925 – Viaja para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino no Estado da Bahia.
1927 – Anísio Teixeira vai aos Estados Unidos, comissionado pelo governador da BA. Realiza visitas a escolas americanas e se impressiona com as estruturas escolares Norte-Americanas. Tem contato com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey (pragmático – preparar o indivíduo para o mundo).
1928 – Anísio retorna aos Estados Unidos para cursar Pós-Graduação no Teacher’s College da Universidade de Columbia em Nova York. Torna-se colega de Gilberto Freyre e passa a ter contato com os escritos de Dewey. Encontra-se também com Monteiro Lobato e redefine sua posição religiosa.
1929 – Anísio retorna à Bahia. Demite-se do cargo de Inspetor de Ensino e começa a lecionar Filosofia da Educação na Escola Normal de Salvador.
1931 – Anísio muda-se para o Rio de Janeiro. Assume a Diretoria de Instrução Pública no Distrito Federal/RJ, “vitrine para os diversos Estados da Federação”.
Cria o Instituto de Educação, responsável pela formação dos professores da rede pública e de algumas escolas experimentais.
1932 – Anísio casa-se com Emília Teles Ferreira.
1932 – Anísio é um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, escrito por Fernando de
Azevedo, em defesa de uma escola “pública, laica e obrigatória”, gerando disputas entre os educadores pioneiros e os católicos sobre os rumos da educação brasileira.
1934 – Promulgação da Constituição da República diz que o ensino religioso deve ser feito nas escolas.
1935 – Realização do projeto mais ambicioso de Anísio. Cria a Universidade do Distrito Federal - UDF, quando o Instituto de Educação ganha nível universitário integrado a ela. O corpo docente da UDF era constituído, entre outros, por Heitor Villa Lobos, Gilberto Freyre, Candido Portinari. A Universidade tem vida curta, pois é abortada pelo governo Vargas.
12/1935 – Anísio entrega sua carta de demissão do cargo de Diretor de Instrução Pública do Distrito Federal em função das pressões que vinha sofrendo por ser acusado de comunista. Refugia-se na Argentina. Anos depois volta à Bahia, dedicando-se a traduções e a exploração de manganês. No período, tem seus quatro filhos
1945 – Com o fim da Segunda Guerra, Vargas renuncia a presidência do Brasil e o país volta ao regime democrático. Otávio Mangabeira, que havia sido exilado é eleito governador da BA e convida Anísio a assumir a Secretaria de Educação e Saúde do Estado.
1946 – Assume o cargo de Conselheiro da UNESCO e assume o cargo de Secretário de Educação e Saúde da Bahia.
1950 – Anísio inaugura o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, a Escola Parque, por ele idealizada, de
tempo integral e voltada para as populações mais carentes. A proposta era de uma escola que ensinasse o fazer.
1951 – Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.
1961 – Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.
1964 – Com o golpe militar de 1964, foi para os Estados Unidos lecionar nas Universidades de Colombia e California. Volta ao Brasil em 1966.
1971 – Faleceu no Rio de Janeiro, em 11 de março de 1971.
Obras do autor:
Aspectos americanos de educação. Salvador. Tip. De São Francisco, 1928, 166 p.
A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956, 355 p.
Educação é um direito. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996, 221 p.
Educação e o mundo moderno. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977, 245 p.
Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998, 187 p.
Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional 1969, 385 p.
Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro.- Editora UFRJ, 1994, 250 p.
Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997, 263 p.
Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934, 210 p.
Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d., 195 p.
Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989, 186 p.
Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968, 150 p.
TEIXEIRA, Anísio e ROCHA E SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora, 116 p.
Fernando de Azevedo
2 /4/1894 – Fernando de Azevedo nasce em São Gonçalo do Sapucaí/MG em 2 de abril de 1894.
1914 – Abandonou a vida religiosa e ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro
1916 – Aos 22 anos, voltou para Minas Gerais onde passou a atuar como professor substituto de latim e psicologia no Ginásio do Estado em Belo Horizonte.
1917 – Mudou-se para São Paulo, ingressando no jornalismo como crítico literário, no jornal O Estado de S. Paulo.
1918 – Conclui o curso de Direito.
1923-1926 – Tonrou-se redator e crítico literário de O Estado de S. Paulo em 1923, jornal em que organizou e dirigiu, em 1926, dois inquéritos um sobre a arquitetura colonial, e outro sobre Educação Pública em São Paulo, abordando os problemas fundamentais do ensino de todos os graus e tipos.
1927-1930 – Azevedo foi diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal. No Distrito Federal, nesse período, projetou, defendeu e realizou uma reforma de ensino baseada no modelo da Escola Nova. Traçou e executou um largo plano de construções escolares, entre as quais as dos edifícios na rua Mariz e Barros, destinados à antiga Escola Normal, hoje Instituto de Educação.
1931 – Fundou em 1931, e dirigiu por mais de 15 anos, na Companhia Editora Nacional, a Biblioteca Pedagógica Brasileira (BPB) e a Coleção Brasiliana.
1932 – Foi o redator e signatário do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (A reconstrução educacional no Brasil), em que se lançaram as bases e diretrizes de uma nova política de educação.
1933 – Tornou-se Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo. Em 1933, quando Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo, promoveu reformas, consubstanciadas no Código de Educação.
1934 – Azevedo foi um dos organizadores da Universidade de São Paulo, dirigindo o Instituto de Educação e ocupando a cadeira de Sociologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.
1933-1938 – diretor do Instituto de Educação da Universidade de São Paulo.
1935-1960 – Foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Sociologia, de que foi presidente, desde sua fundação, em 1935, até 1960.
1938 – Foi presidente da Associação Brasileira de Educação e eleito presidente da VIII Conferência Mundial de Educação que deveria realizar-se no Rio de Janeiro.
1941-1943 – Atuou como Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Paulo e foi também o primeiro ocupante da cadeira de Sociologia na Universidade. Como Membro do Conselho Universitário atuou por mais de doze anos, desde a fundação da Universidade de São Paulo.
1943 – Publicou o livro A cultura Brasileira, composto por três volumes, a título de introdução do Recenseamento que estava sendo realizado no Rio de Janeiro.
1947 – Tornou-se Secretário da Educação e Saúde do Estado de São Paulo.
1950-53 – Eleito no Congresso Mundial de Zurique (1950) vice-presidente da International Sociological Association, assumiu com os outros dois vice-presidentes, Morris Ginsberg, da Inglaterra, e Georges Davy, da França, a direção dessa associação internacional por morte de seu presidente, Louis Wirth, da Universidade de Chicago.
1956-1960 – Atuou como Diretor do Centro Regional de Pesquisas Educacionais, que ele instalou e organizou.
1961 – Tornou-se Secretário de Educação e Cultura no governo do prefeito Prestes Maia.
1966 – Volta ao jornalismo escrevendo para vários jornais nacionais.
1967 – Em 10 de agosto de 1967 foi eleito para a cadeira 14 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Antônio Carneiro Leão. Foi recebido em 24 de setembro de 1968 pelo acadêmico Cassiano Ricardo.
18/9/1974 – Faleceu em São Paulo.
Obras do autor:
Da educação física, seguido de Antinous Estudo de cultura atlética e a evolução do esporte no Brasil (1920); No tempo de Petrônio (1923); Ensaios (1924); Jardins de Salústio À margem da vida e dos livros, ensaios (1924); Páginas latinas, ensaios (1927); Máscaras e retratos Estudos críticos e literários sobre escritores e poetas do Brasil (1929); A reconstrução educacional no Brasil (1932); A educação na encruzilhada Problemas e discussões. Inquérito para O Estado de S. Paulo (1926); Novos caminhos e novos fins A nova política da educação no Brasil (1935); A educação e seus problemas, 2 vols. (1937);A cultura brasileira (1943); Princípios de sociologia, 8. ed. (1958); Sociologia educacional, 5. ed. (1958); Canaviais e engenhos na vida política do Brasil Ensaio sociológico sobre o elemento político na civilização do açúcar (1948); Um trem corre para o oeste Estudo sobre a Noroeste do Brasil e seu papel no sistema de viação nacional, 2a ed. (1958); A cultura brasileira, 3 vols. (1943); Na batalha do humanismo Aspirações, problemas e perspectivas, 2a ed. (1958); A educação entre dois mundos Problemas, perspectivas e orientações (1958); Figuras do meu convívio, ensaios (1961); A cidade e o campo na civilização industrial e Outros ensaios (1962); História da minha vida, memórias (1971).
Prêmios recebidos:
Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras (1943); Cruz de Oficial de Legião de Honra, da França (1947); Prêmio de Educação Visconde de Porto Seguro, conferido pela Fundação Visconde de Porto Seguro, de São Paulo (1964); Prêmio Moinho Santista (1971) em Ciências Sociais. Pertenceu à Academia Paulista de Letras.
Lourenço Filho
1897 – Lourenço Filho nasceu em Porto Ferreira, interior de São Paulo, em 10 de março de 1897.
1917-1927 – Diplomou-se na Escola Normal Secundária de Pirasununga, em 1917. Matriculou-se na Faculdade de Medicina para estudar psiquiatria mas abandonou após dois anos. Em 1919, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, vindo a bacharelar-se em 1929.
1920 – Passa a lecionar na Escola Normal Primária de São Paulo.
1921 – É nomeado para a cátedra de Psicologia e Pedagogia da Escola Normal de Piracicaba e funda a Revista de Educação, que recebe seus primeiros artigos.
1922 – A convite do governo cearense, assume o cargo de Diretor da Instrução Pública do Ceará e leciona na Escola Normal de Fortaleza.
1931 – Atuação no Ministério da Educação e Saúde, criado em 1930. Auxilia na Reforma de Anísio Teixeira.
1932 – Atua como um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação pela Escola Nova.
1937 – Ocorre o Golpe do Estado Novo, mas Lourenço Filho permanece no Ministério da Educação e Saúde no Governo de Getúlio Vargas.
1938-1946 – Atuou como Diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
1947-1961 – Elaboração de uma primeira lei de educação geral no Brasil, proclamada em dezembro de 1961, Lei de Diretrizes e Bases (LDB – nº 4024). Lourenço Filho é chamado a presidir a comissão que vai elaborar o primeiro ante-projeto da lei. Este projeto se perde.
1970 – Faleceu no Rio de Janeiro em 3 de agosto de 1970.
Obras do autor:
Educação comparada. São Paulo: Melhoramentos, 1961, 294 p.
Estatística e educação. Rio de Janeiro: Serviço Gráfico do IBGE, 1940, 23 p.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
A criança na Literatura Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1948.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
Organização e administração escolar: Um curso básico. São Paulo: Melhoramentos, 1963, 288 p.
Psicologia educacional. São Paulo: Melhoramentos.
Psicologia de ontem e de hoje. São Paulo: Melhoramentos.
Tendências da educação brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1940, 164 p.
Testes ABC para verificação da maturidade necessária à aprendizagem da leitura e escrita. São Paulo: Melhoramentos, 1969, 200 p. (inclui material para aplicação dos testes).
Questões:
O que propõe o Manifesto dos Pioneiros da Educação?
Como compreender as três dimensões da Escola Nova no Brasil: pedagógica, política e finalista?
O que os debates sobre a Escola Nova e a atuação desses sujeitos nos permitem pensar sobre as disputas atuais na arena educacional?
12/07/1900 – Anísio Teixeira nasce em Caitité/BA. Filho de Deucleciano Pires Teixeira e Ana Maria Espínola Teixeira.
Em Caitité Anísio faz o curso primário no Colégio São Luís, que era da Ordem dos Jesuítas.
Em Salvador, estuda no Colégio Antônio Vieira, em regime de internato e pensa em entrar para Companhia de Jesus, o que não se concretizou.
1922 – Formou-se, em 1922, na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Direito da UFRJ), dois anos depois foi nomeado pelo Governador Góes Calmon Inspetor Geral de Ensino da Bahia - cargo equivalente hoje ao de Secretário da Educação.
1925 – Viaja para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino no Estado da Bahia.
1927 – Anísio Teixeira vai aos Estados Unidos, comissionado pelo governador da BA. Realiza visitas a escolas americanas e se impressiona com as estruturas escolares Norte-Americanas. Tem contato com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey (pragmático – preparar o indivíduo para o mundo).
1928 – Anísio retorna aos Estados Unidos para cursar Pós-Graduação no Teacher’s College da Universidade de Columbia em Nova York. Torna-se colega de Gilberto Freyre e passa a ter contato com os escritos de Dewey. Encontra-se também com Monteiro Lobato e redefine sua posição religiosa.
1929 – Anísio retorna à Bahia. Demite-se do cargo de Inspetor de Ensino e começa a lecionar Filosofia da Educação na Escola Normal de Salvador.
1931 – Anísio muda-se para o Rio de Janeiro. Assume a Diretoria de Instrução Pública no Distrito Federal/RJ, “vitrine para os diversos Estados da Federação”.
Cria o Instituto de Educação, responsável pela formação dos professores da rede pública e de algumas escolas experimentais.
1932 – Anísio casa-se com Emília Teles Ferreira.
1932 – Anísio é um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, escrito por Fernando de
Azevedo, em defesa de uma escola “pública, laica e obrigatória”, gerando disputas entre os educadores pioneiros e os católicos sobre os rumos da educação brasileira.
1934 – Promulgação da Constituição da República diz que o ensino religioso deve ser feito nas escolas.
1935 – Realização do projeto mais ambicioso de Anísio. Cria a Universidade do Distrito Federal - UDF, quando o Instituto de Educação ganha nível universitário integrado a ela. O corpo docente da UDF era constituído, entre outros, por Heitor Villa Lobos, Gilberto Freyre, Candido Portinari. A Universidade tem vida curta, pois é abortada pelo governo Vargas.
12/1935 – Anísio entrega sua carta de demissão do cargo de Diretor de Instrução Pública do Distrito Federal em função das pressões que vinha sofrendo por ser acusado de comunista. Refugia-se na Argentina. Anos depois volta à Bahia, dedicando-se a traduções e a exploração de manganês. No período, tem seus quatro filhos
1945 – Com o fim da Segunda Guerra, Vargas renuncia a presidência do Brasil e o país volta ao regime democrático. Otávio Mangabeira, que havia sido exilado é eleito governador da BA e convida Anísio a assumir a Secretaria de Educação e Saúde do Estado.
1946 – Assume o cargo de Conselheiro da UNESCO e assume o cargo de Secretário de Educação e Saúde da Bahia.
1950 – Anísio inaugura o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, a Escola Parque, por ele idealizada, de
tempo integral e voltada para as populações mais carentes. A proposta era de uma escola que ensinasse o fazer.
1951 – Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.
1961 – Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.
1964 – Com o golpe militar de 1964, foi para os Estados Unidos lecionar nas Universidades de Colombia e California. Volta ao Brasil em 1966.
1971 – Faleceu no Rio de Janeiro, em 11 de março de 1971.
Obras do autor:
Aspectos americanos de educação. Salvador. Tip. De São Francisco, 1928, 166 p.
A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956, 355 p.
Educação é um direito. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996, 221 p.
Educação e o mundo moderno. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977, 245 p.
Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998, 187 p.
Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional 1969, 385 p.
Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro.- Editora UFRJ, 1994, 250 p.
Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997, 263 p.
Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ª ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934, 210 p.
Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d., 195 p.
Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989, 186 p.
Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968, 150 p.
TEIXEIRA, Anísio e ROCHA E SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora, 116 p.
Fernando de Azevedo
2 /4/1894 – Fernando de Azevedo nasce em São Gonçalo do Sapucaí/MG em 2 de abril de 1894.
1914 – Abandonou a vida religiosa e ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro
1916 – Aos 22 anos, voltou para Minas Gerais onde passou a atuar como professor substituto de latim e psicologia no Ginásio do Estado em Belo Horizonte.
1917 – Mudou-se para São Paulo, ingressando no jornalismo como crítico literário, no jornal O Estado de S. Paulo.
1918 – Conclui o curso de Direito.
1923-1926 – Tonrou-se redator e crítico literário de O Estado de S. Paulo em 1923, jornal em que organizou e dirigiu, em 1926, dois inquéritos um sobre a arquitetura colonial, e outro sobre Educação Pública em São Paulo, abordando os problemas fundamentais do ensino de todos os graus e tipos.
1927-1930 – Azevedo foi diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal. No Distrito Federal, nesse período, projetou, defendeu e realizou uma reforma de ensino baseada no modelo da Escola Nova. Traçou e executou um largo plano de construções escolares, entre as quais as dos edifícios na rua Mariz e Barros, destinados à antiga Escola Normal, hoje Instituto de Educação.
1931 – Fundou em 1931, e dirigiu por mais de 15 anos, na Companhia Editora Nacional, a Biblioteca Pedagógica Brasileira (BPB) e a Coleção Brasiliana.
1932 – Foi o redator e signatário do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (A reconstrução educacional no Brasil), em que se lançaram as bases e diretrizes de uma nova política de educação.
1933 – Tornou-se Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo. Em 1933, quando Diretor Geral da Instrução Pública do Estado de São Paulo, promoveu reformas, consubstanciadas no Código de Educação.
1934 – Azevedo foi um dos organizadores da Universidade de São Paulo, dirigindo o Instituto de Educação e ocupando a cadeira de Sociologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.
1933-1938 – diretor do Instituto de Educação da Universidade de São Paulo.
1935-1960 – Foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Sociologia, de que foi presidente, desde sua fundação, em 1935, até 1960.
1938 – Foi presidente da Associação Brasileira de Educação e eleito presidente da VIII Conferência Mundial de Educação que deveria realizar-se no Rio de Janeiro.
1941-1943 – Atuou como Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Paulo e foi também o primeiro ocupante da cadeira de Sociologia na Universidade. Como Membro do Conselho Universitário atuou por mais de doze anos, desde a fundação da Universidade de São Paulo.
1943 – Publicou o livro A cultura Brasileira, composto por três volumes, a título de introdução do Recenseamento que estava sendo realizado no Rio de Janeiro.
1947 – Tornou-se Secretário da Educação e Saúde do Estado de São Paulo.
1950-53 – Eleito no Congresso Mundial de Zurique (1950) vice-presidente da International Sociological Association, assumiu com os outros dois vice-presidentes, Morris Ginsberg, da Inglaterra, e Georges Davy, da França, a direção dessa associação internacional por morte de seu presidente, Louis Wirth, da Universidade de Chicago.
1956-1960 – Atuou como Diretor do Centro Regional de Pesquisas Educacionais, que ele instalou e organizou.
1961 – Tornou-se Secretário de Educação e Cultura no governo do prefeito Prestes Maia.
1966 – Volta ao jornalismo escrevendo para vários jornais nacionais.
1967 – Em 10 de agosto de 1967 foi eleito para a cadeira 14 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Antônio Carneiro Leão. Foi recebido em 24 de setembro de 1968 pelo acadêmico Cassiano Ricardo.
18/9/1974 – Faleceu em São Paulo.
Obras do autor:
Da educação física, seguido de Antinous Estudo de cultura atlética e a evolução do esporte no Brasil (1920); No tempo de Petrônio (1923); Ensaios (1924); Jardins de Salústio À margem da vida e dos livros, ensaios (1924); Páginas latinas, ensaios (1927); Máscaras e retratos Estudos críticos e literários sobre escritores e poetas do Brasil (1929); A reconstrução educacional no Brasil (1932); A educação na encruzilhada Problemas e discussões. Inquérito para O Estado de S. Paulo (1926); Novos caminhos e novos fins A nova política da educação no Brasil (1935); A educação e seus problemas, 2 vols. (1937);A cultura brasileira (1943); Princípios de sociologia, 8. ed. (1958); Sociologia educacional, 5. ed. (1958); Canaviais e engenhos na vida política do Brasil Ensaio sociológico sobre o elemento político na civilização do açúcar (1948); Um trem corre para o oeste Estudo sobre a Noroeste do Brasil e seu papel no sistema de viação nacional, 2a ed. (1958); A cultura brasileira, 3 vols. (1943); Na batalha do humanismo Aspirações, problemas e perspectivas, 2a ed. (1958); A educação entre dois mundos Problemas, perspectivas e orientações (1958); Figuras do meu convívio, ensaios (1961); A cidade e o campo na civilização industrial e Outros ensaios (1962); História da minha vida, memórias (1971).
Prêmios recebidos:
Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras (1943); Cruz de Oficial de Legião de Honra, da França (1947); Prêmio de Educação Visconde de Porto Seguro, conferido pela Fundação Visconde de Porto Seguro, de São Paulo (1964); Prêmio Moinho Santista (1971) em Ciências Sociais. Pertenceu à Academia Paulista de Letras.
Lourenço Filho
1897 – Lourenço Filho nasceu em Porto Ferreira, interior de São Paulo, em 10 de março de 1897.
1917-1927 – Diplomou-se na Escola Normal Secundária de Pirasununga, em 1917. Matriculou-se na Faculdade de Medicina para estudar psiquiatria mas abandonou após dois anos. Em 1919, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, vindo a bacharelar-se em 1929.
1920 – Passa a lecionar na Escola Normal Primária de São Paulo.
1921 – É nomeado para a cátedra de Psicologia e Pedagogia da Escola Normal de Piracicaba e funda a Revista de Educação, que recebe seus primeiros artigos.
1922 – A convite do governo cearense, assume o cargo de Diretor da Instrução Pública do Ceará e leciona na Escola Normal de Fortaleza.
1931 – Atuação no Ministério da Educação e Saúde, criado em 1930. Auxilia na Reforma de Anísio Teixeira.
1932 – Atua como um dos signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação pela Escola Nova.
1937 – Ocorre o Golpe do Estado Novo, mas Lourenço Filho permanece no Ministério da Educação e Saúde no Governo de Getúlio Vargas.
1938-1946 – Atuou como Diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
1947-1961 – Elaboração de uma primeira lei de educação geral no Brasil, proclamada em dezembro de 1961, Lei de Diretrizes e Bases (LDB – nº 4024). Lourenço Filho é chamado a presidir a comissão que vai elaborar o primeiro ante-projeto da lei. Este projeto se perde.
1970 – Faleceu no Rio de Janeiro em 3 de agosto de 1970.
Obras do autor:
Educação comparada. São Paulo: Melhoramentos, 1961, 294 p.
Estatística e educação. Rio de Janeiro: Serviço Gráfico do IBGE, 1940, 23 p.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
A criança na Literatura Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1948.
Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo: Melhoramentos, 1978, 271 p.
Organização e administração escolar: Um curso básico. São Paulo: Melhoramentos, 1963, 288 p.
Psicologia educacional. São Paulo: Melhoramentos.
Psicologia de ontem e de hoje. São Paulo: Melhoramentos.
Tendências da educação brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1940, 164 p.
Testes ABC para verificação da maturidade necessária à aprendizagem da leitura e escrita. São Paulo: Melhoramentos, 1969, 200 p. (inclui material para aplicação dos testes).
Questões:
O que propõe o Manifesto dos Pioneiros da Educação?
Como compreender as três dimensões da Escola Nova no Brasil: pedagógica, política e finalista?
O que os debates sobre a Escola Nova e a atuação desses sujeitos nos permitem pensar sobre as disputas atuais na arena educacional?
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