sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Trabalho Coletivo 1: primeira versão das propostas


Na última aula (24/09/12) foi realizado o primeiro trabalho coletivo para organização da proposta de intervenção. O objetivo neste primeiro momento foi estabelecer os grupos, cada grupo escolher o tema a partir de interesses em comum e fazer um primeiro esboço da proposta. Neste esboço, cada grupo deveria contemplar basicamente os seguintes elementos:

Título:
Grupo: (5 a 6 pessoas preferencialmente)


- Introdução/Problema;

- Objetivos;
- Estratégias;
- Público-alvo.

Na sequência segue o esquema entregue por cada grupo. Aproveitem para conferir e amadurecer novas ideias.



 Grupo 1


Proposta de intervenção

Relatorio do grupo formado por: 

Licenciandos em Letras: Alexandre Rodrigues dos Santos, Fernanda Sousa Fiamoncini;
Licenciandos em  Artes Cênicas: Juliana Spínola Marcili, Luis Fernando Pasquarelli;
Licencianda em Filosofia: Vânia de Oliveira Gonzalez.


Pedagogia das Artes nas Escolas
Projeto de Intervenção a partir de documentação em vídeo no qual os alunos e os professores irão falar sobre como eles enxergam o ensino das Artes nas Escolas. Na intervenção - Discussão sobre o papel do ensino das Artes hoje negligenciado.
Criar um diálogo e polemizar as diferenças entre as escolas especializadas de arte e as escolas públicas

Intervenção:
Debates a partir do vídeo exibido e de e apontamentos (feito pelos licenciandos) sobre os textos:
·         A Educação pela arte, segundo Mário Pedrosa (Iná C. Costa)
·         Carta aos Leitores que vão nascer – Rancieri
·         Educação após Auschwitz – Adorno

Análise das discussões e do aproveitamento dos debates e conclusão com base na intervenção e nas questões levantadas.


Grupo 2 


Hai-Kai como instrumento de estímulo à escrita

Grupo: Rafael, Aline, Julia, Natália, Carolina, Silvia.


Introdução

A partir dos estágios realizados ao longo do curso de licenciatura, identificamos dificuldades relacionadas à produção escrita e à prática da leitura na série final do Ensino Fundamental Ciclo II. A compreensão dos textos lidos também mostra-se um problema, talvez recorrente das dificuldades ao longo do processo de alfabetização.

Objetivo

Estimular a leitura e a produção escrita.

Estratégia

Tendo em vista esse problema, nosso grupo propõe a elaboração de uma produção de Hai-Kai através de oficinas, com o objetivo de estimular a elaboração de textos escritos; produção individual; contato com o gênero de poesia.

Público alvo: 9° ano.


Grupo 3


Título: ...

Grupo: Regina Mergulhão, Nádia Padovan, Pericles Tesone, Fábio Eduardo, Rafael Pinheiro, Helena Knoll.

Introdução

Qual a visão que os alunos tem sobre a importância da escola para o seu futuro e a visão dos professores sobre o futuro profissional destes alunos.

Objetivos

Mapear as opiniões dos alunos e professores e promover a reflexão do corpo docente sobre a expectativa de ambos.

Estratégias

A estratégia terá três fases:
1ª fase: elaboração/aplicação de questionário para os professores.
2ª fase: a partir do questionário docente elencdar duas turmas, uma de "boa" e outra de "má" reputação e aplicar outro questionário.
3ª fase: apresentar aos professores com a tentativa de promover a reflexão sobre a expectativa dos alunos e que o próprio corpo docente possui.


Público-alvo

Professores do ciclo fundamental II de escola pública.



Grupo 4



Grupo: Nathália Couvo, João Daniel, Pedro, Hiago, Ana Paula, Thiago Mendes, Rafael.



Problema: Utilização de experimentos em ensino de ciências.


Objetivos: comparar a assimilação de conteúdo a a partir de aulas práticas e teorias e verificar se as aulas práticas estimulam o gosto pela ciência.

Estratégias: realização de experimentos de física e química para metade uma sala de aula e para outra apresentar apenas o conteúdo teórico.

Público-alvo: alunos do 3º ano do ensino médio de escolas públicas e privadas.



Grupo 5



Grupo: Fernanda do Nascimento, Juliane Nascimento, Daniela Suosso, Henriqu Moraes, Martin Cosentine, Ana Caroline.

Introdução/Problema

A partir das discussões do grupo, e diante da ideia inicial do incentivo à leitura de uma forma geral, percebeu-se a dificuldade/o medo dos leitores (de diferentes mídias/suportes) em relação à literatura puramente textual - o livro - de clássicos/não clássicos.

Objetivo

Apresentar diferentes formas de apropriação da leitura de uma mesma obra (elementos audiovisuais - filme, série, histórias em quadrinhos etc.) para aproximar os leitores da obra-livro.

Estratégias

- Abordagem inicial - perguntar aos alunos qual tipo de relação que desenvolvem com a leitura (se leem, o que leem, se acham importante etc) para contextualizar o projeto; já incluindo a pergunta-chave: têm dificuldade/medo de ler o puramente textual (o livro/objeto)?
- Desenvolvimento do projeto - apresentar um texto escrito (de preferência, um conto) a partir da distribuição de cópias e da leitura em sala (em grupo); oportunidade de desenvolver questionamentos sobre elementos do texto (personagens, contexto histórico, glossário etc); apresentar outra(s) leituras da mesma obra (adaptação para o cinema, por exemplo)
- Conclusão - perguntar/discutir com os alunos sobre como se apropriaram das duas leituras (relacionado ao objetivo inicial)


Público-alvo

EJA (Educação de Jovens e Adultos).



Grupo 6


Proposta individual: Carolina de Paula Góis Vieira

Título: O trabalho com gêneros textuais/gêneros textuais

Introdução: O trabalho com os gêneros textuais, mais especificamente, com gêneros digitais, foi escolhido pelo fato deser um assunto de bastante interesse e proximidade dos adolescentes, público-alvo desta proposta. Os problemas a serem discutidos nesta intervenção são: até que ponto a linguagem que usamos na internet pode ser utilizada em outros contextos? Dentro dos gêneros digitais existem regras e restrições? Como escrevemos um e-mail? Ou seja, a partir da contextualização do tema, esta proposta tem por objetivos o reconhecimento de uma situação tão familiar, constituindo-se como gênero, além de delimitar e adequar o uso da linguagem utilizada neste contexto.

Estratégias: As estratégias utilizadas para a realização desta proposta são aulas expositivas, debates e laboratórios de redação.
10h/aula
1ª aula: Leitura de e-mails e apresentação de blogs e redes sociais no datashow para a institucionalização do gênero, seguida de uma conversa sobre a familiaridade do tema.
2ª aula: Introdução dos gêneros textuais: uma conversa sobre o que os alunos sabem sobre o tema, e o que costumam ver e utilizar na internet.
3ª aula: Atividade em grupo sobre e-mail e redes sociais e apresentação oral das características levantadas pelos grupos.
4ª aula: A partir da 3ª aula, tendo em vista os gêneros mais abrangentes, seria proposta a elaboração de um e-mail no laboratório de informática, com tema a ser definido por votação.
5ª e 6ª aulas: Cada aluno apresentaria para a turma suas produções, após cometnários e observações realizadas pelo professor.
7ª e 8ª aulas: Conversa sobre os limites e usos da linguagem coloquial no contexto digital.
9ª e 10ª aulas: Conversa sobre o que os alunos acharam interessante e pertinente para o uso em suas vidas, e o que mudou desde a primeira aula com relação à percepção e reconhecimento do gênero. (Isso pode ser feito numa folha avulsa, como forma de resposta à intervenção realizada).


Público-alvo: alunos do 8º ano do Ensino Fundamental II.









terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ficha de leitura 5: orientações


Para a aula do dia 02/10/12 foram indicados três textos:


O aluno deve escolher apenas um dos três textos para ler e elaborar a ficha de leitura a ser entregue na aula. Durante a aula haverá a socialização dos apontamentos referentes aos três textos.
Lembrete:
  • A ficha de leitura consiste na escolha de três temas/questões suscitadas a partir da leitura do texto e discussão das mesmas;
  • É importante indicar na ficha a ser entregue o número (ex: Ficha de leitura 5) e o texto ao qual se refere.
 
Bom trabalho a todos!

Apresentação de seminários: mudança da data


Fiquem atentos! 

Devido a mudanças no calendário escolar da USP, a aula do dia 19 de novembro está suspensa e a apresentação dos seminários ocorrerá dia 26 de novembro.

domingo, 9 de setembro de 2012

Oportunidade de Intercâmbio


Olá pessoal.
Segue divulgação de oportunidade de intercâmbio para a graduação. 





Até o dia 21 de setembro, estão abertas inscrições para candidaturas a 6
(seis) vagas para intercâmbio de graduação na Universidad Autónoma de
Madrid/Espanha.
O programa oferecerá os seguintes benefícios:
1. Auxílio-viagem: 1.000 (mil euros)
2. Custos acadêmicos (inscrição, mensalidade, etc.)
3. Auxílio-manutenção: 05 (cinco) parcelas de 900 (novecentos euros)
mensais
Para mais informações, o aluno deverá ler atentamente o edital publicado no site

domingo, 26 de agosto de 2012

Programa de Formação de Professores da FEUSP

Segue informações acerca do Programa de Formação de Professores da FEUSP que media a realização de estágios do curso de Pedagogia.




Programa de Formação de Professores da FEUSP
Orientação dos estágios do curso de Pedagogia
O curso de pedagogia conta, desde maio de 2009, com a atuação dos educadores de estágio. Neste período, a natureza de nosso trabalho passou por algumas mudanças, resultado de tentativas de torná-lo mais efetivo em seus objetivos de mediar a realização dos estágios curriculares do curso de pedagogia, auxiliando professores e estudantes nesse processo. Elencamos abaixo os pontos que consideramos fundamentais para a compreensão e melhor utilização dos recursos que dispomos:
  1. Quem são os educadores de estágio?
Somos estudantes da Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) da FEUSP, contratados como estagiários pelo Programa de Formação de Professores da USP, durante o período de permanência na Pós-Graduação. Somos três educadores.
  1. Em que os educadores de estágio podem ajudar aos estudantes?
Diante das limitações que o número reduzido de educadores nos impõe, além daquelas relacionadas à dinâmica de trabalho da faculdade, temos condições de oferecer apoio da seguinte forma, sempre de acordo com a proposta de cada disciplina:
  • Orientação em relação às normas/procedimentos vigentes para a realização dos estágios curriculares da Pedagogia;
  • Contribuições aos professores e alunos no processo de elaboração dos projetos de estágio;
  • Orientação em relação aos procedimentos e conduta do estagiário ao longo da realização dos estágios e na resolução de possíveis dificuldades que possam surgir no decorrer das atividades de estágio;
  • Mediação entre alunos da FEUSP e instituições escolares com a finalidade de estreitar a relação dos estágios realizados em escolas-campo.
  1. O que são as escolas-campo?
São escolas públicas, de diferentes níveis e modalidades de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, EJA, Ensino Técnico e Magistério), parceiras do Programa para a realização dos estágios. Neste momento do Programa, temos escolas em que os educadores já atuam como mediadores de estágio, e escolas com processo de mediação em construção. A lista dessas escolas encontra-se no site da FEUSP (www.fe.usp.br).
  1. Qual o melhor momento do semestre para iniciar o contato com os educadores de estágio?
Recomendamos que esse contato ocorra assim que a proposta de estágio das disciplinas em curso estiver definida, para um melhor acompanhamento do seu processo de estágio. Nossa experiência mostra que concentrar a realização dos estágios no final do semestre pode causar dificuldades no contato com as escolas comprometendo sua realização.
  1. Como podemos entrar em contato com os educadores de estágio do curso de Pedagogia?
Disponibilizamos abaixo nossos horários fixos de plantão nos quais vocês poderão nos encontrar pessoalmente para atendimento em grupo ou individual. Esses plantões ocorrem na sala 10 – bloco B da FEUSP e recomendamos que sejam agendados por e-mail para melhor atendermos às demandas dos alunos.
Horários de Plantão – sala 10 (Bloco B)
Terça
Quarta
Quinta
17h – 20h
14h – 17h
13h – 16h

Cinthia G. de Jesus – cinthiajesus@yahoo.com.br
Juliana Lichy – juliana.lichy@yahoo.com.br
Maria Aparecida (Cida) – maria.correia@usp.br
Para entrar em contato com o Programa de Formação de Professores da FEUSP: ecampo@usp.br

Orientações - Proposta Coletiva

Conforme a professora Diana explicou nas primeiras aulas, uma das avaliações da disciplina será composta pela elaboração de uma proposta de intervenção que pode ser desenvolvida tanto no contexto escolar quanto em outros ambientes. A proposta, que será apresentada ao final da disciplina, deve contemplar os seguintes elementos:

  • Título;
  • Objetivo;
  • Estratégia;
  • Público alvo;
  • Desenvolvimento (relato da experiência);
  • Avaliação.
Ao longo da disciplina, haverá algumas aulas voltadas para a discussão da elaboração das propostas, conforme é possível verificar no cronograma. E sempre que necessário, serão postadas novas orientações no blog para auxiliar os grupos.

Att.

Rafaela

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Identidades (Conferências USP - 2012)


Segue divulgação da conferência "Identidades", um dos eventos que compõe  a programação das Conferências USP - 2012.


Local: Casa de Cultura Japonesa USP – Cidade Universitária

Dias: 11, 12 e 13 de setembro de 2012

Vale a pena conferir!

Para maiores informações e inscrição, acesse o link http://www.inovacao.usp.br/uspconferencias/identidade/inscricao.html

Para conferir a programação completa das Conferências USP - 2012, acesse
http://www.inovacao.usp.br/uspconferencias/